Biografia – Como fazer e exercícios com gabarito

No artigo de hoje você verá um pouco mais sobre um gênero textual bastante interessante: Biografia. Já levei atividades sobre este gênero textual muitas vezes para sala de aula, principalmente nas primeiras séries do Ensino Médio.  Também é uma atividade comum nas últimas séries do ensino médio intercalada com a produção de textos dissertativos para o Enem 2016. Sabemos que é comum querermos que a nossa história fique perpetuada por meio dos nossos atos, mas nem sempre nos dedicamos a registrá-los para que isso aconteça. Atualmente é possível fazer uma biografia a partir dos perfis em redes sociais, ainda que haja ali apenas aquilo que a pessoa deseja mostrar e nem sempre isso corresponde à verdade.

A biografia também pode servir de presente em datas especiais. Todos já vimos aniversários de pessoas idosas nos quais o presente era um livro com sua história, e fotos de seus descendentes. É bom que se saiba, no entanto, que uma biografia primeiramente é como um quebra-cabeça. É preciso, como dizem sites que ensinam a fazer este tipo de texto, conhecer diversas fases da vida da pessoa, ou diversos lados de sua personalidade, e montar em sequência cronológica de forma que os acontecimentos estejam em ordem.

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Dicas para se escrever uma biografia

  • Colete os dados básicos como data e local de nascimento, e morte caso a pessoa biografada em questão já tenha falecido; informações da família; etapas de vida; eventos; impacto na sociedade; significância histórica.
  • Pesquise mais profundamente, sempre com o pensamento de impressionar quem lê, ou seja, as frases devem ser bem colocadas, e quanto mais informação, melhor.
  • É uma boa ideia começar a biografia com um fato super interessante, não conhecido, sobre a pessoa, de forma a motivar a curiosidade do leitor.
  • Depois de criar um começo que impressiona, continue contando sobre alguns fatos interessantes sobre a vida da pessoa, qualidades ou não.
  • Descreva os fatos apontando sempre para o tipo de personalidade que o biografado possui.

Atividades sobre biografia

Biografia

Leia os textos transcritos a seguir para responder às questões de 1 a 8.

Texto 1

Tiros no Dakota

Um, dois, três… cinco tiros na noite de 8 de dezembro de 1980, em Nova York. Estilhaços de vidro.
Um homem — casaco de couro, óculos e um punhado de fitas cassete debaixo do braço — esboça, cambaleante, seus últimos passos em direção ao Edifício Dakota. Por fim, cai, não longe da arcada externa do edifício, diante do porteiro do prédio, Jay Hastings.
— Fui baleado! — consegue balbuciar. Contorce-se, tosse, vomita sangue, pedaços de tecido.
Interrompendo a leitura de um livro, no elegante pequeno hall de mogno do Dakota, Jay Hastings, estarrecido, aciona o alarme para chamar a polícia e corre para junto do corpo agonizante.
Tira-lhe os óculos, que parecem fazer pressão sobre seu rosto, despe-se de seu paletó azul e o cobre. O sangue jorra em abundância do peito — por isso, tira a gravata para fazer um torniquete, mas não há como fazer torniquete algum.
Retorna ao seu posto, apanha o telefone, disca 911 para pedir uma ambulância, um médico, ajuda.
De volta, ajoelha-se: olha com ternura para aquele homem cujas canções embalaram sua juventude, negando-se mentalmente a inserir aquela cena na sua extensa coleção de lembranças:
— Tudo bem; você vai ficar bom — implora.
23 de outubro de 1980, Havaí: um jovem alto e de compleição forte, 25 anos, pede afastamento do condomínio de alto luxo em Honolulu, onde trabalha como segurança. Ele assina a demissão com um nome falso e, quando lhe perguntam se quer outro emprego, simplesmente responde:
— Não, já tenho um trabalho para fazer.
Quatro dias depois, graças à sua antiga ocupação, adquire sem muita dificuldade um revólver calibre 38 numa casa de armas localizada a um quarteirão da chefatura de polícia da capital havaiana, e segue para Nova Iorque.
Na frente do Dakota, enquanto espera pelo seu ídolo no pátio reservado aos fãs dos moradores do prédio, as horas se arrastam, naquela segunda-feira.
Finalmente, quando ele passa, a caminho do estúdio Hit Factory, onde estava sendo aguardado pelo produtor Jack Douglas para mixar a música Walking on Thin Ice, com guitarras e teclados bem ao estilo disco music, estende-lhe o disco Double Fantasy e pede um autógrafo.
Agradece, mas não vai embora: são quase 17h — a noite será longa.
Para se distrair, leva debaixo do braço um livro empolgante — O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger, no qual se identificou cegamente com o personagem principal, um adolescente revoltado que odeia falsidade. Se preciso, farão companhia um ao outro, madrugada adentro.
Mas eis que a limusine que o levara volta em pouco tempo. Para na frente do Dakota; a porta se abre.
Acompanhado da mulher, o homem de óculos e blusão de couro não demorou muito: passava das 22 horas quando se despediu da equipe do estúdio, prometendo voltar na manhã seguinte. Dispensou até mesmo o jantar marcado no restaurante Stage Deli e decidiu voltar para casa: queria ver o filho, Sean, antes que ele dormisse.
O homem desce do carro; o jovem o interpela pelo nome:
— Mister…?
A miopia os aproxima na escuridão.
Então, o desconhecido saca a arma do casaco, agacha-se na posição de tiro e dispara, quase a queima-roupa.
Um, dois, três… cinco tiros na noite de 8 de dezembro de 1980, em Nova York.
Gritos desesperados, uma sirene, uma radiopatrulha rasgando a cidade a caminho do St. Luke’s Roosevelt Hospital.
No pátio reservado aos fãs dos moradores do Dakota, Mark David Chapman, cidadão norte-americano, aguarda calmamente a polícia: quando Steve Spiro, primeiro policial a chegar ao local do crime, apareceu, Mark deixou cair o revólver, não ofereceu resistência, entregou-se.
— Você sabe o que fez? — pergunta-lhe um dos porteiros do Dakota.
— Eu matei John Lennon.

COHEN, Marleine. John Lennon. São Paulo: Globo, 2007. p. 9-11. (Col. Personagens que Marcaram Época). (Adaptado).

Texto 2

Pobre menino Winnie

A espessa fumaça levantada pelo bombardeio aéreo sobre Liverpool, Inglaterra, mal tinha se dissipado naquele 9 de outubro de 1940, quando, às 18h30, o choro de um recém-nascido ecoou nos corredores do Oxford Street Maternity Hospital.
Depois de um complicado trabalho de parto, Julia Stanley — uma típica jovem dona de casa de classe média baixa — dava à luz seu primeiro filho, o menino John Winston, para quem o pai Alfred, marinheiro e músico amador, só acenaria para desejar as boas-vindas do outro lado do oceano.
Apesar de ausente — naquele e em tantos outros anos —, Fred cuidou de garantir a linhagem e o provento do guri, assim que ele nasceu: algo portentoso, seu nome de batismo, John Winston Lennon, era uma homenagem ao bisavô Jack (John) Lennon, que havia integrado o grupo musical Andrews Robertson’s Kentucky Ministrels, e ao prestigiado primeiro-ministro Winston Churchill, que, naquele tempo, zelava pela soberania da Grã-Bretanha e conduzia os destinos da nação, num mundo ameaçado pelo nazismo.
Em breve, porém, a distância entre Julia e Fred selaria — a pedido dela — a definitiva separação entre eles e, a partir de 1942, o dinheiro para o sustento do pequeno John minguou. […] Imersa em dificuldades financeiras, Julia — que, naquele momento, já trabalhava, bebia e fumava — se viu à deriva diante da tarefa de educar o menino. Preferiu casar-se novamente e entregar a tutela de John à irmã Mary Elizabeth — a tia Mimi — e seu marido George Smith, um austero casal de meia-idade que não tinha filhos.
Coube assim ao tio George ensinar o pequeno John Winston a ler e escrever e levá-lo vez ou outra ao cinema. […] Assim, antes de completar 6 anos, John Lennon já tinha provado o dissabor de ser abandonado pelos pais e vivia com os tios no bairro de Woolton, na 251, Menlove avenue, local de grande concentração de médicos e advogados e distante apenas 5 quilômetros da casa da mãe.
— Eu era um autêntico menino suburbano, cheiroso e bem-cuidado, meio palmo acima da classe social de Paul, George e Ringo, que viviam em moradias subsidiadas pelo governo. Nós, não: tínhamos nossa casa e nosso jardim. Assim, eu era algo como um fruto proibido, em comparação com eles… — contaria mais tarde John, com suas próprias palavras.
Apesar disso, e desce muito cedo, Lennon se tornou “o garoto que os pais não queriam ao lado de seus filhos”: tinha apenas 6 anos quando foi expulso pela primeira vez de uma creche porque aterrorizava as menininhas. […] Os anos 50 arrebataram este jovem transviado, acentuaram seu sarcasmo e irreverência e o lançaram definitivamente no submundo: John Lennon vestiu-se de couro e se empapuçou de gomalina, abraçou o skiffle, mistura de rock e música popular inglesa que virou mania na Grã-Bretanha, ganhou da tia Mimi um violão e enfrentou a primeira morte na família — a do tio George, em 1953, cuja ausência incentivou sua mãe Julia a se aproximar um pouco mais dele, numa relação de franca e despretensiosa camaradagem. Coube a ela, então, lhe ensinar os primeiros acordes de guitarra e encorajá-lo a seguir adiante com a música.
— Isso é bom como hobby, mas você nunca vai ganhar a vida assim. — instruía a tia Mimi, ao ver o sobrinho dedilhar o instrumento até sangrar os dedos.
Mas o rock expressava seu inconformismo, sua dor.
E lhe trazia de volta a companhia da mãe — até que o ano de 1958 a extirpou definitivamente de sua vida, depois que um policial bêbado chamado Eric Clague a atropelou na frente de casa e a matou aos 44 anos de idade, no dia 15 de julho. […] John Lennon tinha então 17 anos:
— Minha primeira lembrança da vida é a de um pesadelo — confessaria, amargurado, na autobiografia dos Beatles.
De fato, o sonho ainda estava em gestação.

COHEN, Marleine. John Lennon. São Paulo: Globo, 2007. p. 23-25. (Col. Personagens que Marcaram Época)

Gomalina: produto obtido pela mistura entre vaselina e goma, utilizado para a fixação dos cabelos. extirpar: eliminar, arrancar.

Texto 3

E, então, o sonho acabou

Na segunda metade dos anos 60, mudanças palpáveis marcaram a forma como os Beatles passaram a se apresentar — num prenúncio do que viria a acontecer.
Os rapazes dispensaram o corte de cabelo característico e os ternos iguais e cada qual tratou da própria aparência como bem entendia. John assumiu a miopia e substituiu as lentes de contato pelos óculos; Paul cobriu as faces com uma barba cerrada. A nova aparência dos Beatles permitiu não só trazer à tona a verdadeira personalidade de cada um, como também acentuar as diferenças entre eles: assim, de alguma forma, a unidade dos Beatles se rompeu.
Não bastasse, a banda decidiu abandonar os shows e se concentrar na produção em estúdio. Essa decisão, que culminou com um último espetáculo no Candlestick Park, em São Francisco, Estados Unidos, no dia 29 de agosto de 1966, foi mal recebida pelos críticos. Na ocasião, Brian Epstein também se queixou: “O que será do empresário de uma banda de rock que não se apresenta ao vivo?”. […] Os Beatles só voltaram a se reunir em 1969, em torno do projeto Get back, um filme–documentário que pretendia registrar todo o processo de gravação de um álbum. John, Paul, George e Ringo também estavam inclinados a fazer um show ao vivo, ao final das gravações.
Durante o trabalho, porém, a tensão entre os integrantes da banda aumentou novamente e o filme só fez documentar, na prática, o seu esfacelamento. No fim do filme, os músicos decidiram improvisar um palco no telhado do estúdio e tocar algumas músicas para os pedestres que circulavam nas calçadas. Naquele dia, nem mesmo a polícia conseguiu interromper a apresentação.
O projeto Get back não agradou e foi arquivado. Pouco depois, foi lançado com outro nome: Let it be.
Os Beatles se reuniram novamente, e pela última vez, nos estúdios da Apple para gravar o álbum Abbey road — o disco mais vendido do grupo. Em março de 1970, Paul McCartney dava uma entrevista anunciando o fim dos Beatles. […] Sete anos depois — mais de um bilhão de discos vendidos, 13 álbuns lançados, turnês fantásticas e os maiores prêmios da indústria do entretenimento —, o sonho terminava. John, Paul, George, Ringo: uma sinfonia acabada.

COHEN, Marleine. John Lennon. São Paulo: Globo, 2007. p. 64, 75. (Col. Personagens que Marcaram Época).

1. O texto 1 trata de um acontecimento que abalou a cena cultural mundial no dia 8 de dezembro de 1980. Que acontecimento foi esse?

2. Há outra data indicada pelo autor no texto 1. Qual é seu significado?

3. A organização cronológica do texto 1 pode parecer estranha: primeiro a autora narra os acontecimentos da noite de 8 de dezembro de 1980, depois volta no tempo para resgatar fatos acontecidos em 23 de outubro do mesmo ano.

► Essa organização pode ser explicada se levarmos em consideração as personagens que protagonizam os acontecimentos associados a essas duas datas e também a finalidade do texto. Por quê?

► “Um, dois, três… cinco tiros na noite de 8 de dezembro de 1980, em nova York”. o primeiro parágrafo é repetido na parte final do texto 1. explique que função ele desempenha nesse momento da narrativa em relação à organização cronológica.

4. O texto 2 relata uma série de fatos que marcaram a infância e a adolescência de John.

► Que fatos são esses?

► Explique por que a identificação desses fatos permite compreender não só o título do texto 2 (“Pobre menino Winnie”) como a observação final feita por Lennon: “Minha primeira lembrança da vida é um pesadelo”.

5. Em meio a tantos acontecimentos negativos, há um que se mostrou, ao contrário, positivo e importantíssimo para o desenvolvimento de John Lennon como músico. Que acontecimento é esse?

6. Por que a autora do texto julgou importante resgatar esse acontecimento do passado de Lennon?

7. O texto 2 termina de modo significativo: “de fato, o sonho ainda estava em gestação”. Que “sonho” é esse de que fala o texto?

8. O título do texto 3 já antecipa, para o leitor, qual será seu foco. Explique por quê.

PRODUÇÃO DE BIOGRAFIA

Pesquisa e análise de dados

As informações selecionadas para produzir uma biografia, os aspectos enfocados e as estratégias narrativas utilizadas são importantes para capturar a atenção do leitor e despertar seu interesse para a leitura desse gênero. Sua tarefa será escrever o texto inicial da biografia de uma das personalidades apresentadas a seguir. Todas se destacaram no mundo artístico e morreram de forma trágica no auge de suas carreiras.

Antes de escolher a personalidade a ser biografada, faça uma breve pesquisa sobre ela, atentando para os seguintes aspectos:

► Você se identifica com a história de vida dessa pessoa? É sempre melhor escrever sobre alguém que admiramos e cuja trajetória pode servir de exemplo para outras pessoas.

► Selecione elementos e fatos bastante significativos da vida dessa pessoa. Esses fatos demonstrarão a relevância de uma biografia sobre ela e ajudarão a prender, desde o início, a atenção dos leitores.

► Utilize fontes confiáveis para obter informações sobre a personalidade pesquisada. A internet, por exemplo, poderá ser uma excelente ferramenta nessa pesquisa. Os sites de busca podem ser o seu ponto de partida. Procure, no entanto, selecionar cuidadosamente as páginas que irá consultar, pois há muita informação não comprovada circulando no mundo digital. Os sites oficiais sobre uma determinada personalidade são boas opções, porque, em geral, costumam apresentar dados e informações corretas.

Elaboração

Para auxiliá-lo na elaboração da biografia da personalidade escolhida, seria interessante criar uma espécie de “roteiro” para organizar o levantamento das informações importantes que servirão de base para o texto a ser produzido por você.

1. Quais são os elementos significativos da história de vida do biografado (local de nascimento, relação com a família, amigos mais importantes, fatos/episódios relevantes que marcaram sua vida, etc.)?

2. Qual foi sua trajetória artística (início da carreira, figuras que o inspiraram, influências que sofreu, episódios marcantes, eventuais prêmios e/ou indicações que mereçam destaque na sua produção artística, etc.)?

3. Quais foram as circunstâncias de sua morte? Há fatos ou informações disponíveis sobre os seus últimos dias de vida?

4. Qual foi a repercussão de sua morte? Há algum depoimento de fãs, de personalidades do mundo artístico, de amigos ou parentes que possa ser utilizado?

5. A estrutura da biografia permite alguma liberdade para o autor do texto. Você pode, por exemplo, destacar um fato muito importante da vida da pessoa a ser biografada e, a partir do relato desse fato, mostrar relações entre ele e outras informações relevantes a serem apresentadas ao leitor.

► De todos os acontecimentos marcantes da vida da personalidade qual pode ser considerado mais inspirador para os leitores da biografia?

► Que aspecto(s) desse acontecimento poderia(m) ser destacado(s)?

► De que maneira esse acontecimento pode fornecer informações sobre a personalidade de quem você está biografando? Por quê?

► Em que contexto (histórico, social, cultural, etc.) se insere a pessoa biografada?

► Que dados desse contexto precisam ser resgatados para que o leitor compreenda o sentido maior dos acontecimentos narrados?

6. Utilize uma linguagem sugestiva, buscando descrições criativas, nas quais você ofereça ao leitor elementos visuais para que ele possa recriar a cena que está sendo apresentada.

7. Procure, se possível, incorporar alguma fala significativa da personagem ao seu texto.

8. Não se esqueça de levar em conta o perfil do leitor para o qual você está escrevendo.

► Quem se interessaria pela história da vida da personalidade escolhida por você?

► Que características (idade, gostos pessoais, etc.) teriam esses leitores?

► O que, na vida dessa personalidade, pode ser destacado para promover certa identificação entre quem está lendo o texto e a história que ele conta?

Reescrita do texto

1. Releia os textos das biografias citadas no capítulo sobre esse gênero discursivo e observe como seus autores, utilizando diferentes estratégias textuais, conseguem criar uma ambientação envolvente para o leitor. releia o texto que você produziu e observe se ele consegue provocar o mesmo efeito. caso constate que não, procure reescrevê-lo de modo a garantir esse resultado.

2. Na releitura que fará da biografia redigida por você, analise atentamente os seguintes aspectos do seu texto.

► Qual foi a estratégia utilizada nos parágrafos iniciais? Ela consegue prender a atenção do leitor?

► A maneira como os fatos foram apresentados desperta a atenção do leitor, permite que ele conheça os fatos mais significativos da vida da personalidade em questão e o seduz para a leitura da biografia redigida?

► Que recursos linguísticos (comparações, descrições sugestivas, frases de efeito, etc.) você utilizou para envolver o seu leitor?

► A apresentação dos fatos ou informações sobre a vida da personalidade está associada a momentos de análise dos efeitos desses fatos sobre a vida e a carreira do biografado?

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