Categoria: MAIS PORTUGUÊS

Dominar o Português para Concursos e Enem é o diferencial entre ser aprovado ou ficar na lista de espera. No Mais Educativo, tratamos a nossa língua materna com a seriedade e a estratégia que a sua prova exige.

A melhor base de Gramática e Redação
Muitas pessoas erram questões simples por falta de base. Nossa missão aqui é oferecer conteúdos desta disciplina de forma didática e direta ao ponto, cobrindo tópicos essenciais:

Gramática: Sintaxe, Morfologia e Regência sem mistério.

Redação: Como estruturar seu texto para nota máxima.

Interpretação de Texto: Técnicas para ler e entender o que a banca quer.

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Explore abaixo nossos guias completos de Português para Concursos e Enem e pare de brigar com a gramática.

  • Questões de Português: Concurso Câmara Municipal de São José dos Campos

    Você está se preparando para concursos públicos e quer dominar as questões de Português? Então prepare-se: hoje vamos resolver 30 questões cobradas no concurso da Câmara Municipal de São José dos Campos em 2009. Portanto, essas questões são excelentes para você treinar interpretação de texto, gramática e análise linguística. Além disso, cada questão vem com gabarito oficial comentado para você aprender de verdade.

    Texto Base para as Questões 01 a 04

    Leia o texto abaixo com atenção:

    Querida Bruna:

    Não consigo lhe entender. Você sempre me disse que procurava um homem honesto, que fosse fiel a você, que jamais desse atenção a outras mulheres. Insistiu tanto nisso que até me impediu de viajar com o pessoal de minha turma de faculdade, com medo que eu me interessasse por outra garota. Acho que você está exagerando em suas preocupações, porque eu sou bem honesto em tudo que faço. Lembra daquela vez em que a gente estava saindo do cinema e eu achei, no banheiro masculino, uma carteira de outra pessoa? Então… comentei com você e fui rapidamente devolvê-la na direção do cinema sem tirar nenhum dinheiro dela, na esperança que seu dono ainda a encontrasse. E quando sua prima Dadá veio me oferecer um emprego em sua firma, cheia de segundas intenções para comigo? Lembra? Eu preferi recusar a oferta em receber um salário melhor, só para evitar atritos com você, para ser fiel a tudo que você é e pensa, pois sei que você acha sua prima muito convencida e interesseira. Minha linda, perceba que eu sou todinho seu. Se analisar bem, sou e sempre serei o amor certo que você tanto procurava em sua vida.

    Beijos, Ricardo.


    QUESTÃO 1. Pode-se afirmar que o texto está fundamentado no raciocínio lógico:

    (A) hiperativo.

    (B) indutivo.

    (C) emotivo.

    (D) dedutivo.

    (E) permissivo.

    QUESTÃO 2. A resposta da questão anterior justifica-se pela presença, no texto, de um:

    (A) paralelo intertextual.

    (B) silogismo dedutivo.

    (C) realismo hiperativo.

    (D) silogismo indutivo.

    (E) paralelo emocional.

    QUESTÃO 3. O texto apresenta características que possibilitam sua classificação como:

    (A) uma petição.

    (B) uma carta.

    (C) um relatório.

    (D) uma procuração.

    (E) um memorial.

    QUESTÃO 4. A resposta da questão anterior justifica-se, pois o texto:

    (A) rememora acontecimentos passados da vida, citando exemplos ilustrativos.

    (B) expõe e analisa coisas que ocorreram no passado e trata sobre um projeto de vida.

    (C) apresenta o remetente, dando a outra pessoa poderes de decisão sobre uma situação.

    (D) declara, de modo simples e explícito, um pedido, fundamentado no direito adquirido.

    (E) apresenta certa liberdade de estilo, um vocativo no início e o nome do remetente no final.


    Questões de Gramática e Ortografia

    QUESTÃO 5. Assinale a alternativa em que ambas as palavras devem ser acentuadas graficamente:

    (A) maximo – geleia.

    (B) joia – rubrica.

    (C) plateia – gratuito.

    (D) heroi – principe.

    (E) feiura – zoo.

    QUESTÃO 6. Observe a frase abaixo e responda a seguir. Antes o presidente era ________, agora é ________.

    Os antônimos que completam a primeira e a segunda lacunas são, respectivamente:

    (A) austero / severo.

    (B) urbano / civilizado.

    (C) olvidado / esquecido.

    (D) orgulhoso / vaidoso.

    (E) ovacionado / apupado.

    QUESTÃO 7. A estrutura de um texto dissertativo deve ter a seguinte ordem:

    (A) primeiro, a introdução, depois, o desenvolvimento e, por fim, a conclusão.

    (B) primeiro, a exposição, depois, a introdução e, por fim, a conclusão.

    (C) primeiro, a introdução, depois, a conclusão e, por fim, a argumentação.

    (D) primeiro, o desenvolvimento, depois, a exposição e, por fim, a conclusão.

    (E) primeiro, a exposição, depois, a conclusão e, por fim, o desenvolvimento.

    QUESTÃO 8. Observe a frase abaixo e responda a seguir. Canto meu canto no grande auditório.

    Percebe-se que a grafia e a pronúncia de CANTO é uma só, porém existe a ocorrência de duas palavras distintas quanto ao significado. Analisando esse caso de homonímia, pelo contexto, pode-se classificar tais palavras como:

    (A) verbo e advérbio.

    (B) substantivo e adjetivo.

    (C) verbo e substantivo.

    (D) substantivo e advérbio.

    (E) advérbio e adjetivo.

    QUESTÃO 9. Observe as frases abaixo e responda a seguir. Papai trouxe um livro para _______. Disse-me que é para ________ ler com atenção. Entre ________ e ele, há muito carinho.

    As palavras que completam a primeira, a segunda e a terceira lacunas de modo adequado são, respectivamente:

    (A) mim, eu e eu.

    (B) mim, mim e mim.

    (C) eu, mim e eu.

    (D) mim, eu e mim.

    (E) mim, mim e eu.

    QUESTÃO 10. Nas frases abaixo, escreva (1) para sentido próprio e (2) para sentido figurado.

    ( ) Minha esposa é a flor de minha vida, minha sogra, a vespa que a visita todos os dias.

    ( ) O irmão de meu amigo vive atormentando as pessoas com piadas ofensivas.

    ( ) O melhor momento de minha vida foi quando minha filha nasceu.

    ( ) Enquanto ele for a mosca na sopa do chefe, a diretoria não terá sossego.

    ( ) O patrão de minha esposa elogiou muito a capacidade de nosso filho mais novo.

    A sequência correta dos números nos parênteses é:

    (A) 1, 2, 2, 1, 2

    (B) 1, 1, 1, 2, 2

    (C) 2, 1, 1, 2, 1

    (D) 2, 1, 2, 1, 2

    (E) 2, 2, 2, 1, 1


    Figuras de Linguagem e Semântica

    QUESTÃO 11. Assinale a alternativa em que não ocorre metonímia na frase:

    (A) Cristina precisa ler mais Machado de Assis.

    (B) Paula respeita os cabelos brancos de sua mãe.

    (C) Rose bebeu quatro copos e dançou a noite toda.

    (D) Juliana foi estudar com a Vera.

    (E) Marina tornou-se grande amiga da loira.

    QUESTÃO 12. Observe a sequência de frases abaixo e responda a seguir.

    (1) Suspira, e chora, e geme, e sofre, e sua… (Olavo Bilac)

    (2) O colégio compareceu fardado; a diretoria, de casaca. (Raul Pompéia)

    (3) Vi claramente visto o lume vivo. (Luís de Camões)

    Nas frases apresentadas em (1), (2) e (3), temos, respectivamente, as seguintes figuras de sintaxe:

    (A) polissíndeto, elipse e pleonasmo.

    (B) elipse, hipérbato e polissíndeto.

    (C) pleonasmo, elipse e anacoluto.

    (D) elipse, anacoluto e hipérbato.

    (E) pleonasmo, anástrofe e elipse.

    QUESTÃO 13. Assinale a alternativa em que não ocorre uma expressão idiomática típica do português do Brasil:

    (A) Ela já está de saco cheio com as tuas atitudes.

    (B) Ele gosta de comer maçã, melão e manga.

    (C) Fomos ao restaurante, mas ele é um mão-de-vaca.

    (D) Ele ouviu a explicação do professor, mas ficou boiando.

    (E) Cuidado com o que fala, estamos pisando em ovos.

    QUESTÃO 14. Na expressão “TE ESPERO NO PORTÃO DO PRÉDIO”, observamos uma divergência entre a norma padrão e a norma culta no aspecto:

    (A) da conjugação verbal.

    (B) da variação na regência nominal.

    (C) da substituição de pronomes.

    (D) da colocação de pronomes.

    (E) da variação na regência verbal.

    QUESTÃO 15. Observe a frase abaixo e responda a seguir. ________ alguns minutos que a última ________ de cinema começara e eu ainda procurava, desesperadamente, a ________ de venda de ingressos.

    As palavras que completam a primeira, a segunda e a terceira lacunas são, respectivamente:

    (A) fazia / secção / cessão.

    (B) deviam fazer / cessão / seção.

    (C) faziam / seção / sessão.

    (D) devia fazer / cessão / secção.

    (E) fazia / sessão / seção.


    Concordância e Regência

    QUESTÃO 16. Observe as frases abaixo e responda a seguir. Não há ________ condição: com essa roupa ela não irá, pois está ________ ridícula.

    As palavras que completam a primeira e a segunda lacunas são, respectivamente:

    (A) meia e meia.

    (B) meia e meio.

    (C) meio e meia.

    (D) meio e meio.

    (E) meias e meia.

    QUESTÃO 17. Em qual alternativa há uma palavra em que o uso do “J” está incorreto?

    (A) Jairo não ingeriu nada e viajou em jejum.

    (B) Gisele deu gorjeta ao jovem que vivia na sarjeta.

    (C) Angelina tem ojeriza a jornalistas fingidos.

    (D) Angélica ficou lisonjeada com o sujestivo elogio.

    (E) Gerson girou o jipe na sujeira da curva do laranjinha.

    QUESTÃO 18. Assinale a alternativa em que as palavras seguem a mesma regra de acentuação gráfica da palavra SAÚDE:

    (A) alaúde, tênue, viúva.

    (B) moído, paraíso, solúvel.

    (C) conteúdo, saída, alaúde.

    (D) viúva, solúvel, conteúdo.

    (E) paraíso, saída, tênue.

    QUESTÃO 19. Assinale a alternativa em que todas as palavras são monossílabos tônicos:

    (A) pôr, ter, ver, fé, tu, mês, lê, eu.

    (B) sós, mil, e, paz, nu, fez, com, ler.

    (C) pé, já, dó, me, más, cru, só, bem.

    (D) mão, nós, as, três, de, til, foz, teu.

    (E) pó, lá, vás, nos, mal, se, pás, só.

    QUESTÃO 20. Assinale a alternativa em que falta uma vírgula na frase:

    (A) Rita comeu o bolo, mas não tomou cafezinho.

    (B) O Brasil, maior país da América Latina, participará do evento.

    (C) Aos amigos de Portugal, já não lhes devo nada.

    (D) José venha até aqui, não precisa ter medo.

    (E) O melhor jogador de futebol do mundo, Cristiano Ronaldo, fez dois gols no jogo.


    Crase e Ortografia

    QUESTÃO 21. Observe as frases abaixo e responda a seguir.

    (1) Comi um bife ____ cavalo.

    (2) Estamos sujeitos ____ lei.

    (3) Viajaremos ____ Bolívia.

    (4) Fiquei cara ____ cara com ele.

    (5) Nós iremos ____ Brasília.

    Assinale a alternativa em que se encontram as palavras corretas utilizadas para completar as lacunas em (1), (2), (3), (4) e (5), nessa ordem:

    (A) à – à – a – a – a.

    (B) a – à – à – a – à.

    (C) a – à – a – à – a.

    (D) a – a – à – a – à.

    (E) a – à – à – a – a.

    QUESTÃO 22. Assinale a alternativa correta. Os sufixos que formaram as palavras RICAÇO, DINHEIRAMA e POBREZINHO denotam, respectivamente, os seguintes sentidos:

    (A) qualidade, aglomeração e diminutivo.

    (B) aumentativo, intensidade e tendência.

    (C) aumentativo, aglomeração e qualidade.

    (D) aumentativo, aglomeração e diminutivo.

    (E) qualidade, intensidade e tendência.

    QUESTÃO 23. Complete as palavras abaixo com os sufixos -EZA ou -ESA e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta somente palavras com o sufixo -EZA.

    (A) gentil___, desp___, clar___, frambo___, tigr___.

    (B) mol___, magr___, fri___, riqu___, trist___.

    (C) natur___, pur___, repr___, pro___, limp___.

    (D) bel___, surpr___, nobr___, alt___, ac___.

    (E) princ___, cert___, def___, milan___, firm___.

    QUESTÃO 24. Assinale a alternativa correta. Os radicais CRONO, FOTO, GEO e CARDIO, formadores de palavras como Cronômetro, Fotografia, Geografia e Cardiologia, têm, nessa ordem, os seguintes sentidos:

    (A) tempo, gravar, origem e estudar.

    (B) medir, luz, terra e dor.

    (C) medir, origem, terra e coração.

    (D) tempo, gravar, origem e dor.

    (E) tempo, luz, terra e coração.

    QUESTÃO 25. Assinale a alternativa que não contém estrangeirismos oriundos da língua inglesa:

    (A) cast, show, freezer, download.

    (B) charge, blitz, gafe, blague.

    (C) diet, closet, pedigree, socialite.

    (D) ranking, replay, kit, skate.

    (E) game, deck, playback, drive.


    Classes Gramaticais

    QUESTÃO 26. As palavras TAUBATÉ e ALEGRIA são, respectivamente, substantivos:

    (A) próprio e concreto.

    (B) comum e próprio.

    (C) próprio e abstrato.

    (D) concreto e próprio.

    (E) comum e abstrato.

    QUESTÃO 27. Assinale a alternativa em que a concordância nominal está inadequada:

    (A) Há bastantes soluções para o caso.

    (B) Depois de apanharmos, estamos alerta.

    (C) Anexas, seguem as fotografias.

    (D) Comprei duzentas gramas de presunto.

    (E) É necessário paz.

    QUESTÃO 28. Observe a frase abaixo e responda a seguir. O louva-a-deus e o vaga-lume estavam no vaso do amor-perfeito.

    Assinale a alternativa que contém o plural dessa frase:

    (A) Os louva-a-deuses e os vaga-lumes estavam nos vasos dos amores-perfeitos.

    (B) Os louva-a-deus e os vaga-lumes estavam nos vasos dos amores-perfeitos.

    (C) Os louva-a-deus e os vaga-lume estavam nos vasos dos amores-perfeitos.

    (D) Os louva-a-deus e os vaga-lumes estavam nos vasos dos amor-perfeitos.

    (E) Os louva-a-deuses e os vaga-lume estavam nos vasos dos amor-perfeitos.

    QUESTÃO 29. Assinale a alternativa em que a colocação do pronome está inadequada:

    (A) Sempre me diga a verdade.

    (B) Quem me amar, também terá amor.

    (C) Não me faça passar vergonha na festa.

    (D) Embora chamasse-me de querida, nunca me amou.

    (E) Aqui, amam-me de fato.

    QUESTÃO 30. Assinale a alternativa com a correta conjugação do verbo CRER no tempo pretérito perfeito simples do modo indicativo:

    (A) crei / creste / crê / cremos / crestes / crem.

    (B) cri / creste / creu / cremos / crestes / creram.

    (C) credi / creste / crê / cremos / crestes / crêem.

    (D) crei / crestes / creo / cremos / credes / creram.

    (E) crêdo / cresdes / creu / cremos / credes / creram.

    Gabarito Oficial Comentado

    01 – Resposta: D O texto utiliza raciocínio dedutivo, partindo de premissas gerais (exemplos de honestidade) para chegar a uma conclusão específica (ele é o amor certo).

    02 – Resposta: B Ricardo apresenta um silogismo dedutivo: “você quer um homem honesto” + “eu sou honesto (veja os exemplos)” = “logo, eu sou o homem certo para você”.

    03 – Resposta: B Trata-se de uma carta, com vocativo inicial (“Querida Bruna”), despedida e assinatura ao final, além de linguagem informal e pessoal.

    04 – Resposta: E A carta apresenta liberdade de estilo, vocativo no início (“Querida Bruna”) e nome do remetente no final (“Ricardo”).

    05 – Resposta: D Correto: herói e príncipe. Ambas são paroxítonas terminadas em ditongo, portanto devem ser acentuadas.

    06 – Resposta: E Ovacionado (aplaudido) e apupado (vaiado) são antônimos perfeitos.

    07 – Resposta: A A estrutura clássica do texto dissertativo é: introdução, desenvolvimento e conclusão.

    08 – Resposta: C “Canto” pode ser verbo (eu canto) ou substantivo (o canto). Nesse contexto, temos ambas as classes.

    09 – Resposta: D “Para mim” (objeto), “para eu ler” (sujeito), “entre mim e ele” (sempre mim após preposição quando não há verbo).

    10 – Resposta: C (2) figurado: “flor” e “vespa” são metáforas; (1) próprio: ação literal; (1) próprio: fato real; (2) figurado: “mosca na sopa” é expressão idiomática; (1) próprio: elogio real.

    11 – Resposta: D Não há metonímia em “estudar com a Vera”. Nas demais: autor pela obra, causa pelo efeito, continente pelo conteúdo, parte pelo todo.

    12 – Resposta: A (1) Polissíndeto: repetição de “e”; (2) Elipse: omissão do verbo “compareceu”; (3) Pleonasmo: “claramente visto” é redundante.

    13 – Resposta: B “Gosta de comer maçã, melão e manga” não contém expressão idiomática, apenas lista de frutas.

    14 – Resposta: D O erro está na colocação pronominal. O correto seria “Espero-te” (ênclise) ou “Eu te espero” (próclise), não “Te espero”.

    15 – Resposta: E “Fazia” (tempo decorrido), “sessão” (apresentação de cinema), “seção” (departamento/local).

    16 – Resposta: B “Meia condição” (numeral/adjetivo concorda) e “meio ridícula” (advérbio é invariável).

    17 – Resposta: D O correto é “sugestivo” (com G), não “sujestivo”.

    18 – Resposta: C Saúde, conteúdo, saída e alaúde: hiato com “u” ou “i” tônico formando sílaba sozinho ou com “s”.

    19 – Resposta: A Todos são monossílabos tônicos (acentuados e fortes): pôr, ter, ver, fé, tu, mês, lê, eu.

    20 – Resposta: D Falta vírgula após o vocativo: “José, venha até aqui, não precisa ter medo.”

    21 – Resposta: E “a cavalo” (meio de transporte masculino), “à lei” (sujeitos), “à Bolívia” (feminino), “cara a cara” (locução), “a Brasília” (não se usa crase antes de topônimos que não admitem artigo).

    22 – Resposta: D Ricaço (aumentativo), dinheirama (aglomeração/quantidade), pobrezinho (diminutivo).

    23 – Resposta: B Moleza, magreza, frieza, riqueza, tristeza. Todas com -EZA (qualidades abstratas).

    24 – Resposta: E Crono (tempo), foto (luz), geo (terra), cardio (coração).

    25 – Resposta: B Charge (francês), blitz (alemão), gafe (francês), blague (francês).

    26 – Resposta: C Taubaté é substantivo próprio (cidade), alegria é substantivo abstrato (sentimento).

    27 – Resposta: D O correto é “duzentos gramas” (grama, peso, é masculino).

    28 – Resposta: B “Os louva-a-deus” (invariável), “os vaga-lumes”, “vasos”, “amores-perfeitos” (ambos variam).

    29 – Resposta: D O correto é “embora me chamasse” (próclise com conjunção subordinativa).

    30 – Resposta: B Cri, creste, creu, cremos, crestes, creram.

    Conclusão: Domine o Português para Concursos

    Essas 30 questões cobrem os principais tópicos de Português cobrados em concursos públicos. Portanto, pratique bastante e revise os conceitos que têm mais dificuldade. Além disso, não deixe de estudar interpretação de texto, pois ela aparece em todas as provas.

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  • Machado de Assis e o Realismo: Análise de D. Plácida em Memórias Póstumas de Brás Cubas

    Você já se pegou tentando decifrar as ironias e críticas sociais de Machado de Assis nas provas de Literatura? Pois saiba que entender a construção dos personagens machidianos é fundamental para arrasar no ENEM e em concursos públicos.

    Portanto, neste artigo, você vai desvendar como Machado de Assis utiliza o episódio de D. Plácida para expor as relações de poder e hipocrisia da sociedade do Segundo Reinado. Além disso, vamos analisar questões práticas que ajudarão você a dominar esse conteúdo cobrado nas provas.

    O Realismo de Machado de Assis: Entendendo o Contexto

    Machado de Assis é o maior nome do Realismo brasileiro. Diferentemente do Romantismo, que idealizava personagens e situações, o Realismo expõe a verdade crua da sociedade. Nesse sentido, Machado não poupa ninguém: elite, burguesia, pobres — todos são retratados com suas contradições e mesquinharias.

    Em “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, o narrador é um defunto-autor que conta sua vida sem pudores. Aliás, essa é uma das grandes sacadas de Machado: o narrador morto tem liberdade total para ser sincero (e cínico).

    Características do Realismo machadiano:

    • Análise psicológica profunda dos personagens
    • Crítica à hipocrisia social
    • Ironia e pessimismo
    • Foco nos interesses materiais e nas relações de poder

    ❌ ERRADO: “Machado de Assis idealiza os personagens e mostra a sociedade de forma romântica.”
    ✅ CERTO: “Machado de Assis retrata os personagens com realismo psicológico, expondo suas contradições e interesses egoístas.”

    Contudo, é importante entender que Machado não apenas critica — ele disseca. Portanto, cada personagem revela uma faceta da sociedade brasileira do século XIX. Quer aprofundar mais em Literatura? Visite a categoria Mais Português e confira outros conteúdos essenciais para sua aprovação.

    D. Plácida: A Alcoviteira e a Hipocrisia Social

    No fragmento apresentado, Brás Cubas narra como convenceu D. Plácida a facilitar seus encontros adúlteros com Virgília. Entretanto, observe a frieza com que ele descreve a manipulação da pobre senhora.

    D. Plácida inicialmente sente nojo de si mesma ao aceitar o papel de alcoviteira. Ademais, Machado mostra que ela tinha consciência moral do que estava fazendo. Porém, Brás Cubas a manipula com uma história inventada e, principalmente, com dinheiro (o pecúlio de cinco contos).

    A crítica social está em várias camadas:

    • A elite (Brás Cubas) usa seu poder econômico para comprar a consciência alheia
    • D. Plácida precisa do dinheiro para sobreviver na velhice
    • A religiosidade (rezar para a Virgem) serve para acalmar a consciência, não para mudar as ações

    Portanto, Machado desmascara a hipocrisia: todos se acomodam em seus papéis, desde que haja compensação material. Isso mostra o materialismo e a falta de valores genuínos da sociedade da época.

    Como Machado de Assis Cai nas Provas?

    As bancas adoram cobrar a ironia machadiana. Além disso, questões sobre realismo psicológico e crítica social são frequentes no ENEM e em concursos como os da Cebraspe, FGV e Vunesp.

    Pegadinhas comuns:

    • Confundir Realismo com Romantismo (cuidado!)
    • Não identificar a ironia do narrador
    • Ignorar a crítica social implícita nos trechos

    A FGV, por exemplo, costuma pedir análises de trechos literários com foco na construção do personagem. Já a Cebraspe gosta de questões sobre intertextualidade e contexto histórico. Nesse sentido, conhecer bem o estilo machadiano é essencial.

    Questões Práticas para Fixar o Conteúdo

    Agora vamos praticar com questões dissertativas baseadas no fragmento de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”. Portanto, leia com atenção e responda com calma.

    D. Plácida
    Brás Cubas revela como D, Plácida aceitou a função de “alcoviteira” para os encontros adúlteros entre ele e Virgília.
    (…)
    Virgília fez daquilo um brinco; designou as alfaias mais idôneas, e dispô-las com a intuição estética da mulher elegante; eu levei para lá alguns livros, e tudo ficou sob a guarda de D. Plácida, suposta, e, a certos respeitos, verdadeira dona da casa.
    Custou-lhe muito a aceitar a casa; farejara a intenção, e doía-lhe o ofício; mas afinal cedeu. Creio que chorava, a princípio: tinha nojo de si mesma. Ao menos, é certo que não levantou os olhos para mim durante os primeiros dois meses; falava-me com eles baixos, séria, carrancuda, às vezes triste. Eu queria angariá-la, e não me dava por ofendido, tratava-a com carinho e respeito; forcejava por obter-lhe a benevolência, depois a confiança. Quando obtive a confiança, imaginei uma história patética dos meus amores com Virgília, um caso anterior ao casamento, a resis¬tência do pai, a dureza do marido, e não sei que outros toques de nove¬la. D. Plácida não rejeitou uma só página da novela; aceitou-as todas. Era uma necessidade da consciência. Ao cabo de seis meses quem nos visse a todos três juntos diria que D. Plácida era minha sogra.
    Não fui ingrato; fiz-lhe um pecúlio de cinco contos, […] como um pão para a velhice. D. Plácida agradeceu-me com lágrimas nos olhos, e nunca mais deixou de rezar por mim, todas as noites, diante de uma imagem da Virgem, que tinha no quarto. Foi assim que lhe acabou o nojo.
    ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. p. 171. (Fragmento)
    • Alfaias: móveis e utensílios em uma casa.
    • Idôneas: adequadas, corretas.
    • Angariá-la: conquistá-la.
    • Forcejava: fazia esforço, empenhava-me.
    • Pecúlio: reservas, economias.

    QUESTÃO 1. No trecho anterior, Brás Cubas fala do “arranjo” que providenciou para que pudesse viver sua relação adúltera com Virgília, uma mulher casada. Que arranjo foi esse?

    a) Qual deveria ser o papel de D. Plácida nessa situação?

    b) Como D. Plácida reagiu à função que deveria desempenhar?

    QUESTÃO 2. Qual é a estratégia de Brás Cubas para conquistar D. Plácida?

    a) Ele sugere que D. Plácida aceitou prontamente sua história para ficar em paz com a consciência. Explique por quê.

    b) De que maneira o relato de Brás Cubas sobre o modo como ganhou a confiança de D. Plácida revela o olhar realista de Machado de Assis para a sociedade em que vive?

    QUESTÃO 3. Qual é o retrato, bastante cínico, que Brás Cubas faz de D. Plácida no final? Brás Cubas é um representante da elite. De que maneira esse retrato revela a sua visão de mundo em função da posição social que ocupa?

    GABARITO COMENTADO:

    Questão 1: Brás Cubas alugou uma casa onde ele e Virgília poderiam se encontrar secretamente. D. Plácida deveria ser a “dona da casa” (na aparência), mas sua função real era facilitar e encobrir os encontros adúlteros. Ela reagiu inicialmente com resistência e nojo de si mesma, chorando e evitando olhar para Brás Cubas nos primeiros dois meses.

    Questão 2: Brás Cubas usou duas estratégias: tratamento respeitoso e carinhoso para ganhar sua benevolência, e depois inventou uma história patética de amor impossível para justificar moralmente a situação. D. Plácida aceitou a história porque era uma “necessidade da consciência” — ela precisava de uma narrativa que justificasse sua ação imoral para si mesma. Isso revela o olhar realista de Machado ao mostrar como as pessoas criam justificativas para ações moralmente questionáveis, especialmente quando há interesse material envolvido.

    Questão 3: Brás Cubas sugere que D. Plácida perdeu o nojo de si mesma graças ao dinheiro (o pecúlio de cinco contos) e às orações. O retrato é cínico porque mostra que a consciência pode ser comprada. Como membro da elite, Brás Cubas vê as pessoas de classe inferior como mercadorias que podem ser manipuladas com dinheiro. Seu cinismo revela a naturalização da exploração social — para ele, comprar a consciência de D. Plácida é um ato normal, até generoso.

    Conclusão: Domine Machado de Assis e Garanta Pontos na Prova

    Entender a ironia e a crítica social em Machado de Assis não é apenas decorar conceitos — é desenvolver senso crítico. Portanto, releia os textos com atenção aos detalhes e às entrelinhas.

    Ademais, pratique com questões dissertativas e objetivas para fixar o conteúdo. Assim, você estará preparado para qualquer cobrança sobre Realismo no ENEM ou em concursos públicos.

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  • Leitura e Interpretação de Imagens: Atividade sobre o Folclore com Chico Bento

    Você sabia que a leitura de imagens é uma habilidade essencial cobrada desde o Ensino Fundamental até os grandes concursos? Muitas vezes, focamos apenas no texto escrito e esquecemos que a narrativa visual carrega detalhes cruciais para a compreensão da história.

    Hoje, trago uma proposta prática e divertida. Vamos utilizar uma cena clássica da Turma da Mônica para trabalhar o Folclore Brasileiro, a interpretação não verbal e a atenção aos detalhes. Essa é uma excelente forma de engajar os alunos e testar a capacidade de inferência.

    A Importância do Texto Não Verbal

    Primeiramente, precisamos entender que “texto” é tudo aquilo que comunica. Portanto, uma tirinha ou um desenho sem falas é um texto riquíssimo. Ao analisar a imagem do Chico Bento, o aluno precisa decodificar expressões faciais, linguagem corporal e o cenário.

    Além disso, trabalhar com personagens como o Chico Bento permite introduzir debates sobre variação linguística e cultura regional. Contudo, nesta atividade específica, o foco será a narrativa visual e o conhecimento prévio sobre as lendas nacionais.

    Entendendo o Contexto: O Folclore

    A imagem retrata um dos mitos mais conhecidos do Brasil: a Mula Sem Cabeça. Segundo a lenda, essa criatura costuma aparecer nas noites de quinta para sexta-feira.

    Nesse sentido, a atividade abaixo não testa apenas a visão, mas também o repertório cultural do estudante. Vamos ver como isso funciona na prática?


    Atividade Prática: O Susto do Chico

    Instrução: Observe atentamente a imagem fornecida, onde vemos o personagem Chico Bento em uma situação de perigo na floresta, e responda às questões abaixo.

    QUESTÃO 1. Ao analisar a cena, identificamos dois personagens centrais interagindo em um ambiente de mata. Com base nas características visuais apresentadas, quem são, respectivamente, a “vítima” e a “assombração”?

    (A) Cebolinha e o Lobisomem.

    (B) Cascão e o Curupira.

    (C) Chico Bento e a Mula Sem Cabeça.

    (D) Zé Lelé e o Boitatá.

    (E) Chico Bento e o Saci-Pererê.

    QUESTÃO 2. A linguagem não verbal é fundamental para entendermos o que os personagens estão sentindo. Observando a expressão facial de Chico Bento e a posição de suas mãos, podemos afirmar que o sentimento predominante é:

    (A) Coragem, pois ele está enfrentando o monstro.

    (B) Pavor, pois ele está fugindo desesperado.

    (C) Curiosidade, pois ele parou para olhar o fogo.

    (D) Alegria, pois ele encontrou um animal raro.

    (E) Indiferença, pois ele continua andando normalmente.

    QUESTÃO 3. Na tentativa de fuga, um objeto importante para a locomoção noturna foi deixado para trás pelo personagem. Que objeto é esse que aparece voando na imagem?

    (A) Uma lanterna elétrica moderna.

    (B) Um lampião a querosene.

    (C) Uma fogueira de acampamento.

    (D) Um balde de leite.

    (E) Um chapéu de palha.

    QUESTÃO 4. A imagem faz referência ao Folclore Brasileiro. De acordo com a lenda tradicional da criatura que aparece perseguindo o menino, a Mula Sem Cabeça é, na verdade:

    (A) Um protetor das matas que tem os pés virados para trás.

    (B) Uma cobra de fogo que protege os campos.

    (C) Um menino travesso que fuma cachimbo e tem uma perna só.

    (D) A transformação de uma mulher que namorou um padre.

    (E) Um lobo que se transforma em homem na lua cheia.

    QUESTÃO 5. O cenário da imagem contribui para o clima de tensão da narrativa. Os elementos visuais (árvores, arbustos e a ausência de casas) indicam que a história se passa na:

    (A) Zona Urbana (Cidade).

    (B) Zona Rural (Mata/Roça).

    (C) Praia (Litoral).

    (D) Escola.

    (E) Quadra de esportes.

    Gabarito Comentado

    1. Gabarito: C

    O menino é o Chico Bento (identificável pelo cabelo, roupas e pés descalços) e o monstro é a Mula Sem Cabeça (corpo de equino soltando fogo pelo pescoço).

    2. Gabarito: B

    Os olhos arregalados, a boca aberta, o suor voando e o movimento de corrida indicam medo extremo e desespero.

    3. Gabarito: B

    O objeto que “voa” da mão do Chico Bento é um lampião, instrumento antigo de iluminação muito comum na zona rural, coerente com o universo do personagem.

    4. Gabarito: D

    Esta é uma questão de conhecimentos gerais sobre Folclore. A lenda diz que a mulher que se envolve com um sacerdote é amaldiçoada a virar a Mula Sem Cabeça.

    5. Gabarito: B

    A vegetação densa e o chão de terra batida caracterizam o ambiente rural ou de floresta, onde geralmente ocorrem as lendas do folclore.

    Conclusão

    Trabalhar com imagens da Turma da Mônica é uma estratégia pedagógica infalível. Ela conecta o aluno ao conteúdo de forma lúdica, reduzindo a ansiedade diante da interpretação de texto. Lembre-se: em provas, nenhum detalhe é acidental. Tudo o que está desenhado conta uma parte da história.

    Gostou dessa atividade? Então não deixe de acompanhar nossos canais para mais dicas exclusivas!

  • Como Escrever Redação Dissertativa Nota 10: Guia Completo

    Você tem dificuldade para estruturar uma redação dissertativa? Muitos candidatos perdem pontos preciosos porque não sabem organizar ideias de forma clara. Portanto, dominar a técnica da dissertação é fundamental para sua aprovação.

    Neste artigo, vou analisar a proposta da Fuvest 2007 sobre amizade. Além disso, você vai aprender o passo a passo para construir um texto argumentativo consistente. Consequentemente, sua nota vai melhorar significativamente.

    Entendendo a Proposta de Redação

    Antes de começar a escrever, você precisa entender o que a banca está pedindo. Nesse sentido, a Fuvest apresentou quatro textos motivadores sobre amizade e fez três perguntas cruciais:

    1. Você considera adequadas as ideias expressas?
    2. Elas são atuais no mundo de hoje?
    3. O que sua experiência diz sobre o tema?

    Análise dos textos motivadores:

    • Cícero (Antiguidade): A amizade como essência da vida, comparável ao sol.
    • Montaigne (Século XVI): Amizade verdadeira exige intimidade sem reservas.
    • Música brasileira: Amizade como tesouro guardado no coração; superior ao amor.

    Portanto, a banca quer saber se você consegue dialogar com textos clássicos e contemporâneos. Além disso, espera que você apresente sua visão pessoal fundamentada.

    Estrutura Ideal da Dissertação

    Uma redação dissertativa precisa de organização clara. Contudo, muitos candidatos escrevem “de qualquer jeito” e perdem pontos na coesão.

    Introdução (3-4 linhas)

    Apresente o tema e sua tese. Nesse sentido, você deve posicionar-se desde o início.

    Exemplo: “A amizade, celebrada desde a Antiguidade por pensadores como Cícero, permanece essencial na contemporaneidade. Embora as relações humanas tenham se modificado com a tecnologia, os princípios da amizade genuína continuam válidos. Portanto, as reflexões clássicas sobre esse tema mantêm sua relevância no mundo atual.”

    Desenvolvimento (16-18 linhas)

    Divida em 2 ou 3 parágrafos argumentativos. Além disso, cada parágrafo deve desenvolver uma ideia central.

    Parágrafo 1 – Validade das ideias clássicas:

    • Argumento: Cícero e Montaigne destacam a amizade verdadeira como rara e preciosa.
    • Atualidade: Nas redes sociais, temos centenas de “amigos”, mas poucos confidentes reais.
    • Exemplo pessoal: Relacione com experiências contemporâneas.

    Parágrafo 2 – Transformações no conceito de amizade:

    • Argumento: A tecnologia facilitou conexões, mas também superficializou relações.
    • Comparação: Amizade virtual vs. amizade presencial.
    • Reflexão crítica: O que realmente define uma amizade autêntica hoje?

    Parágrafo 3 – Experiência pessoal fundamentada:

    • Argumento: Sua vivência confirma ou questiona os textos motivadores.
    • Exemplificação: Situações concretas que ilustram seu ponto de vista.

    Conclusão (3-4 linhas)

    Retome sua tese e apresente uma reflexão final. Portanto, não traga informações novas.

    Exemplo: “Assim, as reflexões clássicas sobre amizade permanecem atuais porque tratam da essência humana. Embora o mundo tenha mudado, a necessidade de vínculos genuínos continua universal. Consequentemente, valorizar amizades verdadeiras é uma escolha atemporal.”

    Para mais dicas de escrita acadêmica, visite Mais Português.

    Como as Bancas Avaliam Redações?

    As bancas de vestibular aplicam critérios rigorosos. Nesse sentido, conhecer esses critérios é essencial para pontuar bem.

    Critérios da Fuvest:

    1. Tipo de texto: Dissertação em prosa (não pode ser poema ou narração).
    2. Tema: Desenvolvimento adequado do tema proposto.
    3. Estrutura: Introdução, desenvolvimento e conclusão claros.
    4. Argumentação: Ideias bem fundamentadas e relacionadas aos textos motivadores.
    5. Expressão: Gramática, vocabulário e coesão textual.
    6. Limite: Máximo de 25 linhas (respeitar rigorosamente).

    Principais erros que você deve evitar:

    • Fugir do tema ou tangenciá-lo superficialmente.
    • Apresentar apenas resumo dos textos motivadores sem posicionamento próprio.
    • Escrever narração ou relato pessoal em vez de dissertação.
    • Usar linguagem muito informal ou gírias inadequadas.
    • Ultrapassar ou ficar muito abaixo do limite de linhas.

    Passo a Passo para Escrever Sua Redação

    Agora vou te mostrar o método prático para construir seu texto. Portanto, siga esses passos na ordem.

    PASSO 1 – Leia atentamente todos os textos motivadores (5 minutos)

    Identifique as ideias principais de cada texto. Além disso, anote palavras-chave.

    PASSO 2 – Responda mentalmente às perguntas da proposta (3 minutos)

    • As ideias são adequadas? (Sim/Não/Parcialmente – justifique)
    • São atuais? (Sim/Não/Parcialmente – exemplifique)
    • Sua experiência confirma? (Relate brevemente)

    PASSO 3 – Defina sua tese central (2 minutos)

    Exemplo de tese: “A amizade genuína, conforme descrita pelos pensadores clássicos, permanece atual, embora suas manifestações tenham se adaptado aos novos contextos sociais.”

    PASSO 4 – Esboce a estrutura (5 minutos)

    • Introdução: Tese + contextualização
    • Desenvolvimento 1: Validade das ideias clássicas
    • Desenvolvimento 2: Adaptações contemporâneas
    • Desenvolvimento 3: Experiência pessoal (opcional)
    • Conclusão: Retomada + reflexão final

    PASSO 5 – Escreva o rascunho (25 minutos)

    Desenvolva cada parágrafo com coesão. Contudo, não se prenda à perfeição no rascunho.

    PASSO 6 – Revise (5 minutos)

    • Gramática e ortografia
    • Coesão entre parágrafos
    • Adequação ao tema
    • Contagem de linhas

    PASSO 7 – Passe a limpo (10 minutos)

    Capriche na letra e evite rasuras.

    Modelo de Desenvolvimento Argumentativo

    Vou mostrar como desenvolver UM parágrafo argumentativo sobre a proposta. Portanto, observe a técnica.

    Parágrafo modelo:

    “As reflexões de Cícero sobre a amizade como algo essencial à vida humana permanecem válidas na contemporaneidade. Embora vivamos na era das redes sociais, onde acumulamos centenas de conexões virtuais, a amizade autêntica continua rara e preciosa. Nesse sentido, Montaigne acerta ao afirmar que a verdadeira intimidade exige confiança plena, característica difícil de encontrar mesmo hoje. Portanto, a quantidade de contatos digitais não substitui a qualidade de vínculos genuínos, confirmando a atualidade do pensamento clássico.”

    Estrutura do parágrafo:

    1. Tópico frasal (ideia central)
    2. Contextualização contemporânea
    3. Diálogo com texto motivador
    4. Conclusão parcial com conectivo

    Dicas Finais para Nota Máxima

    Alguns detalhes fazem toda a diferença. Portanto, preste atenção nessas orientações:

    Use conectivos variados:

    • Contudo, todavia, entretanto (oposição)
    • Além disso, ademais, outrossim (adição)
    • Portanto, logo, assim (conclusão)
    • Nesse sentido, dessa forma (direção)

    Evite repetições:

    • Não use “amizade” em todas as frases. Varie com: “vínculo”, “relação”, “laço afetivo”, “esse sentimento”.

    Mantenha formalidade adequada:

    • ❌ ERRADO: “A gente precisa de amigos pra valer”
    • ✅ CERTO: “Necessitamos de amizades genuínas”

    Cite os autores naturalmente:

    • ❌ ERRADO: “Cícero disse que…”
    • ✅ CERTO: “Conforme observa Cícero,…”

    Relacione experiência pessoal com argumentos gerais:

    • ❌ ERRADO: “Eu tenho um amigo que…”
    • ✅ CERTO: “A experiência cotidiana demonstra que…”

    Conclusão

    Escrever uma redação dissertativa nota 10 exige técnica e prática constante. Além disso, você precisa entender exatamente o que a banca avalia. Portanto, treine com propostas reais e cronometre seu tempo.

    Consequentemente, quanto mais você praticar a estrutura dissertativa, mais natural ela se tornará. Nesse sentido, revise este método antes de cada prova e aplique-o sistematicamente.

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  • Concordância Verbal e Nominal: Domine as Regras que Mais Caem em Concursos

    Você já errou uma questão de concordância em prova e pensou: “Eu sabia essa regra!”? Pois é, a concordância verbal e nominal está entre os temas mais cobrados em concursos. Portanto, dominar essas regras não é opcional — é fundamental para sua aprovação.

    Neste artigo, vou te mostrar exatamente o que as bancas querem ver. Além disso, você vai praticar com questões reais que já caíram em provas. Consequentemente, seu desempenho vai melhorar de forma significativa.

    Concordância: O que Você Precisa Saber de Verdade

    A concordância é a harmonia entre as palavras da frase. Contudo, muitos candidatos decoram regras sem entender a lógica por trás delas. Isso é um erro fatal.

    Concordância Verbal

    O verbo precisa concordar com o sujeito em número (singular/plural) e pessoa (1ª, 2ª, 3ª). Porém, existem casos especiais que confundem muita gente.

    Principais situações:

    • Sujeito composto antes do verbo: verbo no plural
      • ✅ CERTO: “O diretor e a coordenadora chegaram cedo.”
      • ❌ ERRADO: “O diretor e a coordenadora chegou cedo.”
    • Sujeito composto depois do verbo: verbo concorda com o núcleo mais próximo OU vai para o plural
      • ✅ CERTO: “Chegou o diretor e a coordenadora.” (singular)
      • ✅ CERTO: “Chegaram o diretor e a coordenadora.” (plural)
    • Expressões partitivas (a maioria de, parte de): verbo concorda com o núcleo ou com o complemento
      • ✅ CERTO: “A maioria dos candidatos foi aprovada.”
      • ✅ CERTO: “A maioria dos candidatos foram aprovados.”

    Concordância Nominal

    Os determinantes (artigos, adjetivos, pronomes) concordam com o substantivo em gênero e número. Entretanto, algumas palavras exigem atenção especial.

    Casos importantes:

    • MEIO (= um pouco): invariável
      • ✅ CERTO: “Ela estava meio irritada.” (advérbio)
      • ❌ ERRADO: “Ela estava meia irritada.”
    • MEIO (= metade): variável
      • ✅ CERTO: “Comprei meia dúzia de ovos.” (numeral)
    • É PROIBIDO / É NECESSÁRIO: sem artigo = invariável; com artigo = variável
      • ✅ CERTO: “É proibido entrada.” (sem artigo)
      • ✅ CERTO: “É proibida a entrada.” (com artigo)
    • BASTANTE (= muito): invariável quando advérbio
      • ✅ CERTO: “Havia bastante pessoas.” (advérbio)
    • BASTANTE (= suficiente): variável quando adjetivo
      • ✅ CERTO: “Razões bastantes foram apresentadas.” (adjetivo)

    Para aprofundar seus estudos, visite nossa categoria completa de Mais Português.

    Como as Bancas Cobram Concordância?

    As bancas adoram pegar candidatos desatentos. Nesse sentido, elas criam armadilhas clássicas:

    Cebraspe/Cespe: Gosta de frases longas com sujeito distante do verbo. Além disso, cobra muito a concordância ideológica (silepse).

    FGV: Prefere casos especiais de concordância nominal, especialmente com palavras invariáveis disfarçadas de variáveis.

    Vunesp: Foca em situações reais de uso, testando se você consegue identificar erros em textos jornalísticos.

    Principais pegadinhas:

    1. Sujeito oculto ou distante: O verbo aparece longe do sujeito para confundir você.
    2. Expressões no plural com ideia de singular: “Dois meses é pouco tempo” (concordância ideológica).
    3. Palavras invariáveis que parecem variáveis: “alerta”, “menos”, “pseudo”.

    Questões Práticas de Concordância

    Agora é hora de colocar a mão na massa. Portanto, resolva as questões abaixo com atenção redobrada.

    QUESTÃO 1. (Unicamp-SP) Apesar de consideradas erradas, construções como “No segundo turno nós conversa”, “A gente fomos”, “Subiu os preços” obedecem a regras de concordância sistemáticas, características principalmente de dialetos de pouco prestígio social. O trecho abaixo, extraído de um editorial de jornal (portanto, representativo da modalidade culta), contém uma construção que é de fato um erro de concordância: “Pode-se argumentar, é certo, que eram previsíveis os percalços que enfrentariam qualquer programa de estabilização (…) necessário no Brasil.” (Folha de S. Paulo)

    (A) Transcreva o trecho em que ocorre um erro de concordância.
    (B) Lendo atentamente o texto, você descobrirá que existe uma explicação para esse erro. Qual é?
    (C) Transcreva o trecho de forma a adequá-lo à modalidade culta.

    Gabarito:
    (A) O erro está em “que enfrentariam qualquer programa”. O verbo deveria concordar com “percalços” (sujeito do verbo “enfrentar”), e não com “programa”.
    (B) O erro ocorre porque o redator fez uma concordância atrativa, concordando o verbo com o termo mais próximo (“programa”) em vez do sujeito real (“percalços”).
    (C) “Pode-se argumentar, é certo, que eram previsíveis os percalços que qualquer programa de estabilização enfrentaria (…) necessário no Brasil.”

    QUESTÃO 2. Justifique a concordância dos termos em destaque nas frases a seguir:

    (A) Vi parados no autódromo os carros da Fórmula 1.
    (B) São precisos os trabalhos dos alunos para a revisão.
    (C) Soldados, já estamos alerta!?
    (D) Velhas partituras e instrumentos estavam lá.
    (E) Dedos e mãos marcados de cortes profundos.

    Gabarito:
    (A) “Parados” concorda com “os carros” (plural masculino).
    (B) “Precisos” concorda com “os trabalhos” (plural masculino).
    (C) “Alerta” permanece invariável porque é advérbio (= atentos).
    (D) “Velhas” concorda apenas com “partituras” (concordância atrativa); “estavam” concorda com todo o sujeito composto.
    (E) “Marcados” concorda com todo o sujeito composto “dedos e mãos” no plural masculino (predominância do gênero masculino).

    QUESTÃO 3. (Febasp) Ela estava …. irritada e, à …. voz, porém com …. razões, dizia …. desaforos.

    (A) Meio – Meia – bastantes – bastantes.
    (B) Meia – meia – bastante – bastante.
    (C) Meia – meia – bastantes – bastantes.
    (D) Meio – meia – bastante – bastante.
    (E) N.d.a.

    Gabarito: (D) “Meio” (= um pouco) é advérbio, portanto invariável. “Meia” em “meia voz” é numeral (metade da voz). “Bastante” antes de “razões” é advérbio (= muito), logo invariável. “Bastante” antes de “desaforos” também é advérbio, portanto invariável.

    QUESTÃO 4. (Fameca-SP) Observe a concordância:

    I – Entrada proibida.
    II – É proibido entrada.
    III – A entrada é proibida.
    IV – Para quem a entrada é proibido?

    (A) A número V está errada.
    (B) A IV e V estão erradas.
    (C) A II está errada.
    (D) Todas estão certas.

    Gabarito: (D) Todas as frases estão corretas. Em I, “proibida” concorda com “entrada”. Em II, sem artigo, “proibido” fica invariável. Em III, com artigo “a”, “proibida” concorda. Em IV, mesmo com a interrogação, “entrada” está determinada por “a”, então “proibida” deveria concordar — porém, admite-se “proibido” em linguagem informal ou com predicativo antecipado.

    Observação: Esta questão apresenta nuances. Contudo, a banca considerou todas corretas, provavelmente aceitando variação na IV.

    QUESTÃO 5. (UEPA) Baianês De Carla Perez na TV falando da cirurgia que fez no joelho: “Agradeço ao público que rezaram muito por minha recuperação.” A baiana é boa de pé mas é ruinzinha de língua. (Província do Pará 5-10-97)

    O comentário jocoso do jornalista justifica-se porque na fala da artista ocorre um desvio de:

    (A) Concordância verbal.
    (B) Concordância nominal.
    (C) Regência verbal.
    (D) Regência nominal.
    (E) Colocação.

    Gabarito: (A) O erro está na concordância verbal. O verbo “rezaram” deveria estar no singular “rezou”, concordando com “público” (sujeito singular). Portanto, o desvio é de concordância verbal.

    QUESTÃO 6. (UFSE) Todos os …. que foram chamados ao Ministério estavam …. ressabiados com os …. que por ali corriam:

    (A) Vice-reitores, meios, abaixos-assinados.
    (B) Vices-reitores, meio, abaixo-assinados.
    (C) Vices-reitores, meios, abaixo-assinados.
    (D) Vice-reitores, meio, abaixo-assinados.
    (E) Vice-reitores, meio, abaixos-assinados.

    Gabarito: (D) “Vice-reitores” (plural de vice-reitor: somente o segundo elemento varia). “Meio” é advérbio (= um pouco), logo invariável. “Abaixo-assinados” (plural: os dois elementos variam porque “abaixo” é advérbio e “assinados” é particípio que varia).

    Conclusão

    Dominar a concordância verbal e nominal é essencial para sua aprovação. Além disso, essas regras aparecem em praticamente todas as provas. Portanto, revise constantemente e pratique com questões reais.

    Consequentemente, você vai perceber padrões e evitar as pegadinhas das bancas. Nesse sentido, o treino é seu maior aliado.

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  • Crase: O Guia Definitivo para Acertar em Concursos e no ENEM

    Você perde pontos preciosos na prova de Português por causa da crase? Sabe aquela sensação de ficar em dúvida entre “a” e “à”? Relaxe. Neste guia completo, você vai dominar todas as regras da crase de uma vez por todas.

    A crase é um dos temas mais cobrados em concursos públicos. Portanto, se você quer garantir sua aprovação, precisa entender quando usar o acento grave. Além disso, vou te mostrar os macetes que as bancas adoram usar para te derrubar.

    Preparado? Então vamos nessa!

    O Que É Crase Afinal?

    A crase é o encontro de dois fonemas idênticos: a preposição a + o artigo a. Na escrita, esse encontro é representado pelo acento grave (`).

    Veja um exemplo prático:

    Quem obedece, obedece a alguém.

    Se esse alguém for “a autoridade”, teremos:

    • Obedeça a (preposição) + a (artigo) autoridade.
    • Ou seja: Obedeça à autoridade.

    Simples, não? Contudo, muita gente complica porque não entende a lógica por trás da regra. Nesse sentido, vou te ensinar um método infalível.

    Regras Práticas: O Método Infalível

    Para saber se há crase, você pode usar alguns artifícios. Portanto, grave estas dicas:

    1. Substitua a palavra feminina por uma masculina

    Se ao trocar aparecer “ao”, use crase. Se aparecer apenas “a”, não use.

    ✅ CERTO: Fui à escola → Fui ao colégio (usa crase)
    ❌ ERRADO: Fui a escola → Fui a colégio

    ✅ CERTO: Refiro-me à diretora → Refiro-me ao diretor (usa crase)
    ❌ ERRADO: Refiro-me a diretora → Refiro-me a diretor

    2. Substitua “à” por “para a”

    Se funcionar, há crase.

    ✅ CERTO: Vou à reunião → Vou para a reunião (usa crase)
    ❌ ERRADO: Vou a casa → Vou para casa (sem crase)

    3. Use o verbo “voltar”

    Se você pode dizer “voltar da“, use crase. Se for “voltar de“, não use.

    ✅ CERTO: Fui à Bahia → Voltei da Bahia (usa crase)
    ❌ ERRADO: Fui a Curitiba → Voltei de Curitiba (sem crase)

    Esses macetes vão te salvar em 90% das questões. Além disso, vão te dar segurança na hora da prova.

    Para aprofundar seus estudos, visite nossa categoria completa de Mais Português.

    Casos Obrigatórios de Crase

    Existem situações em que a crase é obrigatória. Veja:

    1. Indicação de horas

    Sempre use crase antes de horas determinadas.

    ✅ CERTO: A reunião começa às 14h.
    ✅ CERTO: Chegue à uma hora da tarde.
    ❌ ERRADO: A reunião começa as 14h.

    2. Expressões “à moda de” ou “à maneira de”

    Mesmo que a expressão esteja subentendida, use crase.

    ✅ CERTO: Gosto de bife à milanesa (à moda milanesa).
    ✅ CERTO: Vestiu-se à Luís XV (à maneira de Luís XV).
    ❌ ERRADO: Gosto de bife a milanesa.

    3. Locuções adverbiais femininas

    Locuções de tempo, modo, lugar ou instrumento sempre levam crase.

    ✅ CERTO: À noite, estudarei.
    ✅ CERTO: Resolveu a questão às pressas.
    ✅ CERTO: Escreveu à mão.
    ❌ ERRADO: A noite, estudarei.

    Casos Proibidos de Crase

    Agora, vamos ver quando você NUNCA deve usar crase:

    1. Antes de palavra masculina

    ❌ ERRADO: Ele está no Rio à serviço.
    ✅ CERTO: Ele está no Rio a serviço.

    2. Antes de verbo

    ❌ ERRADO: Começaram à discutir o projeto.
    ✅ CERTO: Começaram a discutir o projeto.

    3. Antes de pronomes (pessoais, demonstrativos, de tratamento)

    ❌ ERRADO: Dirigi-me à ela na reunião.
    ✅ CERTO: Dirigi-me a ela na reunião.

    ❌ ERRADO: Refiro-me à essa situação.
    ✅ CERTO: Refiro-me a essa situação.

    ❌ ERRADO: Informei à Vossa Excelência.
    ✅ CERTO: Informei a Vossa Excelência.

    4. Em expressões com palavras repetidas

    ❌ ERRADO: Ficaram frente à frente.
    ✅ CERTO: Ficaram frente a frente.

    ❌ ERRADO: Cara à cara com o problema.
    ✅ CERTO: Cara a cara com o problema.

    5. Diante de palavra no plural, com “a” no singular

    ❌ ERRADO: Refiro-me à pessoas qualificadas.
    ✅ CERTO: Refiro-me a pessoas qualificadas.

    Ou então:

    ✅ CERTO: Refiro-me às pessoas qualificadas.

    Casos Facultativos de Crase

    Existem situações em que você pode ou não usar crase. Portanto, fique atento:

    1. Diante de pronomes possessivos

    ✅ CERTO: Entregaram a encomenda a sua secretária.
    ✅ CERTO: Entregaram a encomenda à sua secretária.

    Ambas estão corretas. Contudo, a tendência moderna é usar sem crase.

    2. Diante de nomes de pessoas

    ✅ CERTO: Fizeram a mesma pergunta a Patrícia.
    ✅ CERTO: Fizeram a mesma pergunta à Patrícia.

    Nesse caso, depende da intenção. Se Patrícia estiver sendo tratada com intimidade, use crase.

    Como a Crase Cai nas Provas?

    As bancas adoram testar seu conhecimento sobre crase com pegadinhas. Veja como cada uma cobra:

    Cebraspe (antiga Cespe)

    A Cebraspe adora pedir para você identificar erros de uso da crase em textos longos. Além disso, costuma trocar “a” por “à” e vice-versa para confundir. Portanto, leia com atenção cada frase.

    FGV

    A FGV geralmente cobra a crase em questões de reescrita. Ela pede para você reescrever a frase mantendo o sentido. Nesse sentido, você precisa saber quando a crase é obrigatória ou proibida.

    Vunesp

    A Vunesp mistura crase com regência verbal. Ou seja, você precisa saber se o verbo exige preposição e se o substantivo aceita artigo. Essa combinação é mortal se você não dominar o assunto.

    Conclusão

    Dominar a crase é fundamental para sua aprovação em concursos públicos e no ENEM. Portanto, revise este guia sempre que tiver dúvida. Além disso, pratique com questões de provas anteriores.

    Lembre-se: a crase não é um bicho de sete cabeças. Com as regras práticas que te ensinei, você vai acertar todas as questões. Então, mãos à obra!

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    Links Importantes:

  • Hambúrgueres ou Hamburguers? O Plural que Pode Custar sua Questão

    Você provavelmente já viu o cardápio de uma lanchonete chique e encontrou a palavra escrito de várias formas. No entanto, quando o assunto é concurso público, não existe espaço para criatividade ou estrangeirismos.

    A dúvida é comum: devemos escrever Hambúrgueres ou Hamburguers? Se você errar isso na redação ou na questão de ortografia, sua nota pode cair drasticamente.

    Neste artigo, vou explicar a regra definitiva, mostrar por que a maioria erra e, além disso, te ensinar como nunca mais esquecer a grafia correta.

    Qual é o plural correto: Hambúrgueres ou Hamburguers?

    Vamos direto à resposta: a única forma correta na Língua Portuguesa é Hambúrgueres.

    Ou seja, se você escrever “Hamburguers” (com “s” no final), estará cometendo um erro grave de grafia, pois essa forma tenta imitar o inglês “Hamburgers”.

    Portanto, anote agora:

    • Singular: O hambúrguer.

    • Plural: Os hambúrgueres.

    Dessa forma, você garante que está seguindo a norma culta exigida pelas bancas como Cebraspe, FGV e Vunesp.

    A Regra Gramatical (Por que é assim?)

    Embora pareça uma palavra difícil, a regra é simples. Na verdade, “hambúrguer” é um substantivo terminado em “-r”.

    Segundo a gramática normativa, as palavras terminadas em “-r” formam o plural acrescentando “-es”. Por exemplo:

    • Colher ➔ Colheres.

    • Mulher ➔ Mulheres.

    • Revólver ➔ Revólveres.

    Consequentemente, com “hambúrguer” acontece exatamente a mesma coisa. Assim, acrescentamos o “-es” para formar hambúrgueres.

    O Erro do Estrangeirismo e o Acento

    Muitas vezes, somos influenciados pelo inglês. Contudo, ao “aportuguesar” a palavra, ela ganhou um acento agudo no “u”. Isso ocorre porque ela é uma paroxítona terminada em “r”.

    Vale lembrar que, no plural, ela continua sendo acentuada. Pois, torna-se uma proparoxítona (toda proparoxítona é acentuada).

    Então, cuidado dobrado:

    1. Não esqueça o “es” no final.

    2. Não esqueça o acento agudo.

    Escrever “Hamburgueres” (sem acento) também é considerado erro. Por isso, a atenção deve ser total.

    Como isso cai na prova?

    As bancas adoram cobrar isso em questões de reescrita de frases ou ortografia. Geralmente, elas colocam uma frase cheia de estrangeirismos para confundir o candidato.

    Por exemplo:

    “Os novos hamburguers gourmet dominaram o mercado.” (Errado ❌)

    “Os novos hambúrgueres gourmet dominaram o mercado.” (Correto ✅)

    Além disso, na redação, usar a grafia correta demonstra domínio do vocabulário e respeito à norma padrão. Certamente, o corretor notará a diferença.

    Conclusão

    Em suma, a batalha entre Hambúrgueres ou Hamburguers tem um único vencedor no Brasil: Hambúrgueres.

    Apesar de vermos o erro em todos os lugares, você, como futuro servidor público, tem a obrigação de escrever corretamente. Afinal, esse detalhe pode ser a diferença entre a aprovação e a lista de espera.

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  • Redação para Concurso 2026: O Guia Definitivo para Gabaritar na Cebraspe, FGV e FCC

    Se você chegou até aqui, provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao abrir a folha de prova e se deparar com o tema da redação. Ou pior: você é aquele candidato que vai super bem na objetiva, mas vê seu nome despencar na lista de classificação por causa da nota da discursiva.

    Eu tenho uma notícia dura, mas necessária: a redação não é um teste de criatividade. É um teste de obediência.

    Neste guia completo, vou te ensinar o método exato para transformar suas ideias em um texto que o examinador da Polícia Federal, dos Tribunais ou dos Correios deseja ler. Vamos desmontar a estrutura da redação perfeita, analisar um exemplo real e te dar o mapa para a nota máxima.

    A Mentalidade da Aprovação: Esqueça o que a Escola te Ensinou

    O maior erro do concurseiro iniciante é escrever como se estivesse no Ensino Médio. Na escola, seu professor queria ver “flores”, metáforas e opiniões apaixonadas. No concurso público, o corretor tem uma planilha de critérios e 3 minutos para ler seu texto.

    O que o corretor busca (Critérios de Correção):

    1. Macroestrutura (Conteúdo): Você respondeu ao que foi perguntado? Seguiu o tema?

    2. Microestrutura (Gramática): Você sabe usar crase? Concordância? Pontuação?

    3. Coesão e Coerência: Seu texto flui ou é um amontoado de frases soltas?

    Dica de Mestre: Na banca Cebraspe, o foco é 90% conteúdo. Se o tema pede “3 medidas para reduzir a violência”, e você cita filósofos gregos mas não dá as 3 medidas, sua nota será baixa. Já na FGV, a Língua Portuguesa pesa muito. Um erro bobo de regência pode custar caro.

    Está inseguro com a gramática? Reforce sua base na nossa seção de Mais Português.

    O Esqueleto da Redação Nota 1000 (O Método 4P)

    Para nunca mais travar, use esta estrutura de 4 parágrafos. É simples, segura e funciona para qualquer tema dissertativo-argumentativo.

    1. Introdução: O Cartão de Visitas (5-7 linhas)

    Apresente o tema e sua Tese (sua opinião central) imediatamente.

    • Contextualização: Uma frase sobre o cenário atual.

    • Tese: O que você defende?

    • Roteiro: O que você vai discutir nos parágrafos seguintes (Argumento 1 e Argumento 2).

    2. Desenvolvimento 1: A Causa ou Primeiro Aspecto (7-9 linhas)

    • Tópico Frasal: A ideia central do parágrafo.

    • Repertório: Um dado, lei (Constituição é coringa) ou fato histórico.

    • Aprofundamento: Explique por que isso é relevante.

    3. Desenvolvimento 2: A Consequência ou Segundo Aspecto (7-9 linhas)

    • Conectivo de ligação: (Além disso, Ademais, Por outro lado).

    • Novo Argumento: Expanda a discussão.

    • Exemplo Prático: Mostre que você conhece a realidade brasileira.

    4. Conclusão: A Solução (5-7 linhas)

    • Conectivo de Fechamento: (Portanto, Em suma).

    • Retomada da Tese: Reafirme o que disse na introdução.

    • Proposta de Intervenção (se necessário): Quem vai fazer o quê e para quê?

    Estudo de Caso: Analisando uma Redação Perfeita

    Para você entender a teoria, escrevi uma redação modelo sobre um tema “quente” para 2026: Tecnologia e Segurança Pública.

    TEMA: O uso de tecnologias de reconhecimento facial na segurança pública: entre a eficiência no combate ao crime e o direito à privacidade.

    📝 O TEXTO (Modelo Professor Rogério):

    (Introdução)

    A Constituição Federal de 1988 assegura a segurança pública como dever do Estado e direito de todos, ao mesmo tempo em que garante a inviolabilidade da intimidade e da vida privada. No cenário contemporâneo, a implementação de tecnologias de reconhecimento facial surge como uma ferramenta promissora para modernizar o combate à criminalidade no Brasil. Entretanto, essa inovação traz consigo o desafio de equilibrar a eficiência policial com a preservação das garantias individuais, exigindo um debate sobre regulamentação e fiscalização.

    (Desenvolvimento 1)

    Em primeiro plano, é inegável que o uso de inteligência artificial otimiza a atividade policial. Segundo dados de secretarias de segurança pública que adotaram o sistema, houve um aumento significativo na captura de foragidos da justiça em grandes eventos. A tecnologia permite identificar suspeitos em tempo real, superando as limitações da vigilância humana tradicional. Dessa forma, o reconhecimento facial atua como um instrumento de inteligência, conferindo celeridade às investigações e potencializando a sensação de segurança da população.

    (Desenvolvimento 2)

    Por outro lado, a aplicação indiscriminada dessas ferramentas pode ferir direitos fundamentais se não houver critérios claros. Estudos apontam que alguns algoritmos possuem vieses raciais e de gênero, o que pode levar a abordagens discriminatórias e prisões injustas. Ademais, o armazenamento de dados biométricos de cidadãos comuns sem consentimento fere os princípios da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Portanto, a tecnologia não pode ser um fim em si mesma, mas deve estar subordinada ao respeito à dignidade da pessoa humana.

    (Conclusão)

    Depreende-se, portanto, que o reconhecimento facial é uma inovação necessária, mas que demanda cautela. Para que seu uso seja constitucional, é imperativo que o Estado crie protocolos rígidos de auditabilidade dos algoritmos e restrinja o uso de dados a fins estritamente penais. Somente assim, aliando modernização tecnológica e respeito aos direitos civis, o Brasil avançará rumo a uma segurança pública eficiente e democrática.


    Autópsia da Redação: Por que este texto tira Nota Máxima?

    Vamos dissecar o texto acima para você entender o que o examinador viu.

    1. Abertura de Autoridade

    • O que eu fiz: Comecei citando a Constituição Federal.

    • Por que funciona: Mostra repertório sociocultural logo na primeira linha. O corretor pensa: “Esse candidato conhece a lei”.

    2. Uso Estratégico de Conectivos (A Cola do Texto)

    Note as palavras que usei para ligar as ideias. Sem elas, o texto desmorona.

    • “No cenário contemporâneo…” (Situa o leitor no tempo).

    • “Entretanto…” (Introduz o problema/conflito).

    • “Em primeiro plano…” (Organiza o início da argumentação).

    • “Dessa forma…” (Conclui o raciocínio do parágrafo).

    • “Por outro lado…” (Mostra que vou apresentar um contraponto).

    • “Depreende-se, portanto…” (Anuncia o fim do texto).

    3. Argumentação Sólida (Sem “Achismos”)

    Não escrevi “eu acho que ajuda a polícia”.

    Eu escrevi: “atua como instrumento de inteligência, conferindo celeridade”.

    Usei termos técnicos (LGPD, vieses algorítmicos, dignidade da pessoa humana) que enriquecem o vocabulário.

    Quer ter esse vocabulário? Ler sobre atualidades é obrigatório. Confira nossas análises semanais em Atualidades e Redação.

    Os 3 Erros que Zeram sua Redação (Não faça isso!)

    Durante meus anos corrigindo textos de concurseiros, vejo padrões de erro que se repetem:

    1. Fuga Total ou Parcial: O tema era “Tecnologia na Segurança” e o aluno escreveu só sobre “Violência no Brasil”. Zera ou perde metade da nota.

    2. Cópia dos Textos Motivadores: Nunca, jamais copie frases da coletânea da prova. Use os dados para interpretar, não para transcrever.

    3. Letra Ilegível e Rasuras: Se o corretor não entende, ele não se esforça. Ele risca.

    Conclusão: A Prática Leva à Aprovação

    Ler este guia é o primeiro passo, mas ninguém aprende a andar de bicicleta lendo o manual. Você precisa escrever.

    Meu desafio para você: Pegue o tema que usei de exemplo e tente reescrevê-lo com suas próprias palavras, usando a estrutura que ensinei.

    A redação é o fiel da balança. Enquanto seus concorrentes negligenciam a escrita para estudar apenas Direito Constitucional, você vai garantir sua vaga com um texto de excelência.

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    Este artigo foi escrito pelo Professor Rogério de Oliveira, especialista em Língua Portuguesa para Concursos Públicos.

  • Interpretação de Texto CM: O uso das Expressões Idiomáticas

    Você está investindo tempo e dinheiro na preparação do seu filho, mas ele ainda erra questões simples de interpretação porque entende tudo ao pé da letra. A frustração é real, não é? Enquanto isso, outros candidatos dominam as entrelinhas e, consequentemente, seu filho perde pontos preciosos por não captar o sentido figurado das palavras.

    De fato, as expressões idiomáticas no Colégio Militar 2026 são cobradas em toda prova de Português, desde questões de vocabulário até interpretação de charges e tirinhas. Além disso, quem não domina esse conteúdo perde pontos que parecem fáceis, mas escondem armadilhas que eliminam candidatos despreparados.

    Neste guia, você vai descobrir o que são expressões idiomáticas, por que a banca adora cobrar esse conteúdo e, principalmente, como treinar seu filho para dominar esse tipo de questão até outubro de 2026.

    O Que São Expressões Idiomáticas e Por Que Seu Filho Precisa Dominá-las

    Primeiramente, expressões idiomáticas são construções linguísticas cujo significado não pode ser deduzido pela soma literal de suas palavras. Por exemplo, “chutar o balde” não significa um ato físico, mas sim desistir ou perder a paciência.

    Na verdade, essas expressões refletem peculiaridades culturais e linguísticas da língua portuguesa. Portanto, compreendê-las exige conhecimento que vai além do vocabulário básico. Além disso, elas aparecem constantemente em textos narrativos, charges, tirinhas e questões de vocabulário contextual.

    A Armadilha da Leitura Literal

    A prova de Português do Colégio Militar não avalia apenas se o candidato sabe ler, mas sim se ele compreende o que lê. De fato, essa diferença é brutal e, consequentemente, elimina milhares de candidatos todos os anos.

    Quando seu filho interpreta tudo ao pé da letra, ele perde completamente o sentido real das questões. Por exemplo, expressões como “dar o braço a torcer”, “engolir sapos” ou “pisar em ovos” não têm nada a ver com ações físicas. Entretanto, muitas crianças que não foram treinadas caem nessa armadilha.

    Como a Banca Usa Expressões Idiomáticas Para Eliminar Candidatos

    Além disso, o problema se agrava porque a banca elaboradora sabe disso e, por isso, cria distratores (alternativas erradas) que pegam exatamente quem lê de forma superficial. Como resultado, seu filho marca a resposta errada achando que acertou.

    Certamente, este é um dos tópicos mais cobrados em Português, justamente porque separa candidatos bem preparados dos improvisados. Aliás, dominar esse conteúdo é essencial para garantir pontos em questões aparentemente simples.

    As Expressões Idiomáticas Mais Cobradas na Prova do CM

    Evidentemente, algumas expressões aparecem com frequência nas provas anteriores e em textos literários. Portanto, conhecê-las de antemão evita erros bobos e dá segurança na hora da prova.

    Expressões Relacionadas a Desistência e Persistência

    Primeiramente, vejamos as expressões que tratam de atitudes diante dos desafios:

    • Dar o braço a torcer: Ou seja, admitir que estava errado ou ceder
    • Chutar o balde: Isto é, desistir ou perder a paciência completamente
    • Jogar a toalha: Da mesma forma, significa desistir de algo difícil
    • Ir até o fim: Em outras palavras, persistir até concluir

    Expressões Sobre Situações Desagradáveis

    Em seguida, temos expressões que descrevem situações difíceis:

    • Engolir sapos: Ou seja, aceitar situações desagradáveis sem reclamar
    • Pagar o pato: Isto é, ser culpado injustamente por algo
    • Pisar em ovos: Em outras palavras, agir com extremo cuidado
    • Estar com a corda no pescoço: Da mesma forma, estar em situação difícil

    Expressões Sobre Soluções e Problemas

    Além disso, existem expressões relacionadas a resolver ou criar problemas:

    • Quebrar o galho: Ou seja, resolver um problema temporariamente
    • Fazer tempestade em copo d’água: Isto é, exagerar um problema pequeno
    • Colocar panos quentes: Em outras palavras, tentar amenizar uma situação
    • Botar lenha na fogueira: Da mesma forma, piorar uma situação já ruim

    Expressões de Desconfiança e Descoberta

    Finalmente, expressões que indicam suspeita ou revelação:

    • Estar com a pulga atrás da orelha: Ou seja, estar desconfiado de algo
    • Cair a ficha: Isto é, finalmente compreender algo
    • Abrir o jogo: Em outras palavras, revelar a verdade
    • Dar com a língua nos dentes: Da mesma forma, contar um segredo

    O Contexto É Tudo: Como Decifrar o Sentido Real das Expressões

    Na verdade, dominar a lista de expressões é apenas o primeiro passo. Portanto, o contexto desempenha um papel crucial na interpretação correta. Além disso, uma mesma expressão pode ter nuances diferentes dependendo da situação em que é utilizada.

    Por Que o Contexto Muda Tudo

    De fato, a verdadeira competência de leitura vai muito além de memorizar expressões. Trata-se, na verdade, de captar intenções, identificar ironias e compreender o contexto em que as palavras estão inseridas.

    Por exemplo, “engolir sapos” pode ter diferentes intensidades dependendo do contexto. Ou seja, em um texto humorístico, pode ser algo leve. Entretanto, em um texto dramático, pode representar grande sofrimento.

    Sinais Contextuais Que Seu Filho Precisa Identificar

    Primeiramente, existem marcadores contextuais que dão pistas sobre o sentido real das palavras:

    • Tom do texto: Ou seja, irônico, sério, humorístico ou crítico?
    • Situação descrita: Isto é, o que está acontecendo na cena?
    • Relação entre personagens: Em outras palavras, amizade, conflito ou hierarquia?
    • Época e local: Da mesma forma, contexto histórico e cultural
    • Intenção do autor: Finalmente, persuadir, informar, entreter ou criticar?

    Quando seu filho aprende a identificar esses elementos, ele decodifica o texto em um nível muito mais profundo. Como resultado, isso faz toda a diferença entre acertar e errar uma questão interpretativa.

    Como Treinar a Leitura Contextual

    Certamente, não basta apenas memorizar expressões. Além disso, é preciso treinar a identificação do contexto. Portanto, algumas estratégias eficazes incluem:

    Primeiramente, leia a expressão dentro do texto completo. Em seguida, identifique o tom geral da narrativa. Depois disso, observe quem está falando e para quem. Finalmente, relacione a expressão com a situação descrita.

    Dessa forma, seu filho desenvolve a habilidade de interpretar não apenas as palavras, mas também as intenções por trás delas. Consequentemente, ele evita cair nas armadilhas da banca.

    Como Treinar Seu Filho Para Dominar Expressões Idiomáticas

    Não basta dizer “leia mais”. Na verdade, é preciso leitura orientada e prática sistemática. Dessa forma, algumas estratégias que realmente funcionam:

    Estratégia 1: Crie um Caderno de Expressões

    Primeiramente, toda vez que seu filho encontrar uma expressão idiomática, ele deve anotá-la. Além disso, deve escrever o contexto em que apareceu e o significado. Portanto, com o tempo, ele constrói um repertório pessoal.

    Estratégia 2: Use Charges e Tirinhas

    Em seguida, charges e tirinhas são excelentes para treinar interpretação. De fato, elas exigem compreensão de linguagem verbal e não verbal simultaneamente. Além disso, frequentemente usam expressões idiomáticas de forma criativa.

    Estratégia 3: Discuta os Textos Lidos

    Igualmente importante é conversar sobre os textos. Por exemplo, pergunte “o que o autor quis dizer com isso?” Ou então, “por que ele usou essa expressão aqui?” Dessa forma, seu filho desenvolve pensamento crítico.

    Estratégia 4: Analise Questões de Provas Anteriores

    Além disso, mostre como a banca cobra esse conteúdo. Portanto, resolva questões antigas juntos. Em seguida, identifique as armadilhas nos distratores. Como resultado, seu filho aprende a reconhecer padrões.

    Estratégia 5: Pratique a Reescrita

    Finalmente, peça para seu filho reescrever frases substituindo expressões idiomáticas por linguagem literal. Ou seja, transforme “ele deu o braço a torcer” em “ele admitiu que estava errado”. Dessa forma, ele internaliza os significados.

    Certamente, a prática consistente é o que separa quem desenvolve essa competência de quem continua tropeçando nas mesmas armadilhas.

    Vocabulário Amplo: A Base Para Interpretar Expressões Corretamente

    Na verdade, não dá para interpretar o que não se compreende. Portanto, um vocabulário limitado impede a compreensão. Além disso, isso é especialmente verdadeiro quando o texto usa sinônimos ou palavras menos comuns.

    Por Que Vocabulário Faz Diferença

    De fato, alunos com vocabulário restrito enfrentam duas barreiras. Primeiramente, não entendem palavras-chave do texto. Em seguida, não conseguem eliminar distratores que usam sinônimos sofisticados.

    Além disso, muitas expressões idiomáticas usam palavras que, isoladamente, já são difíceis. Por exemplo, “dar com a língua nos dentes” contém vocabulário que precisa ser conhecido.

    Como Expandir o Vocabulário de Forma Estratégica

    Certamente, ampliar vocabulário não significa decorar listas aleatórias. Na verdade, o caminho eficaz envolve:

    Primeiramente, leitura variada: jornais, revistas, contos, crônicas. Em seguida, contexto sempre presente: anote palavras novas com a frase em que apareceram. Além disso, estude sinônimos e antônimos para entender nuances de significado.

    Igualmente importante, incentive seu filho a usar palavras novas em redações e conversas. Finalmente, explore a etimologia: conhecer a origem das palavras ajuda a deduzir significados.

    A Conexão Entre Vocabulário e Expressões Idiomáticas

    Portanto, o domínio de um vocabulário amplo não é luxo, é necessidade. De fato, segundo informações do site oficial do Exército Brasileiro, a prova de Português do Colégio Militar é elaborada para avaliar a competência linguística em nível avançado.

    Consequentemente, quanto mais palavras seu filho conhece, mais facilmente ele compreende expressões complexas. Além disso, ele consegue fazer conexões entre diferentes contextos de uso.

    Como a Preparação Certa Pode Mudar o Futuro do Seu Filho

    Se você chegou até aqui, já entendeu que o concurso para Colégio Militar é sério e exige preparação de verdade. Portanto, a pergunta agora é: como garantir que seu filho esteja 100% preparado?

    Na verdade, dominar expressões idiomáticas não é talento nato. De fato, é habilidade que se desenvolve com treino sistemático, orientação adequada e exposição constante a diferentes tipos de textos.

    Pensando nisso, criamos duas soluções completas:

    MISSÃO COLÉGIO MILITAR – Para quem busca flexibilidade

    Se sua rotina é corrida ou vocês moram longe de preparatórios presenciais, o Missão Colégio Militar é a solução ideal:

    • Mais de 1.000 exercícios resolvidos em vídeo – seu filho pratica até dominar, incluindo questões específicas de interpretação e vocabulário
    • Conteúdo 100% alinhado ao edital – Matemática e Português completos com foco nas competências exigidas
    • Curso de Redação incluso com correção personalizada do Professor Rogério
    • Propostas de redação adicionais disponíveis com correção segundo critérios oficiais
    • Suporte em até 48 horas – dúvidas respondidas rapidamente
    • Planos mensais, semestrais e anuais – escolha o que cabe no seu bolso
    • Acesso liberado enquanto o pagamento estiver em dia

    ACADEMIA MILITAR – Para quem precisa de estrutura e acompanhamento

    Se seu filho precisa de disciplina, cobrança e atenção individualizada, a Academia Militar oferece algo que NENHUM concorrente tem:

    • Aulas AO VIVO – interação em tempo real com os professores, permitindo esclarecimento imediato de dúvidas sobre interpretação
    • Turmas pequenas – atenção especial e personalizada para cada aluno
    • Professores conhecem cada aluno pelo nome – relacionamento próximo (isso NÃO é comum nos cursos concorrentes!)
    • Redação semanal obrigatória – corrigida pelo Professor Rogério em vídeo, desenvolvendo também a compreensão textual
    • Acompanhamento individual – sabemos exatamente como cada aluno está progredindo
    • Cobrança constante – disciplina e resultados comprovados

    Qual escolher?

    • Missão CM: Ideal para autonomia e flexibilidade
    • Academia Militar: Ideal para disciplina e acompanhamento próximo

    Certamente, ambos garantem a preparação completa que seu filho precisa. Além disso, a diferença está no formato que melhor se adapta à rotina de vocês.

    Perguntas Frequentes sobre Expressões Idiomáticas no Colégio Militar

    Como saber se meu filho domina expressões idiomáticas?

    Primeiramente, observe se ele entende charges e tirinhas sem explicação. Além disso, veja se ele consegue explicar o sentido figurado de frases. Finalmente, verifique se ele usa essas expressões naturalmente na fala.

    Quantas expressões idiomáticas meu filho precisa conhecer?

    Na verdade, não existe um número exato. Entretanto, dominar as 30-40 expressões mais comuns já faz diferença significativa. Além disso, o mais importante é desenvolver a habilidade de deduzir significados pelo contexto.

    Expressões idiomáticas caem em todas as provas?

    Certamente, sim. De fato, elas aparecem diretamente em questões de vocabulário. Além disso, surgem indiretamente em textos narrativos, charges e tirinhas. Portanto, é conteúdo essencial que não pode ser ignorado.

    Como treinar se não tenho tempo?

    Na verdade, 15 minutos diários já fazem diferença. Primeiramente, leia uma charge ou tirinha. Em seguida, identifique as expressões usadas. Finalmente, discuta o significado com seu filho. Dessa forma, mesmo com rotina corrida, é possível treinar.

    Meu filho confunde expressões parecidas. O que fazer?

    Além disso, isso é comum no início. Portanto, crie associações visuais ou histórias engraçadas. Por exemplo, “pisar em ovos” pode ser imaginado literalmente para depois entender o cuidado necessário. Consequentemente, a memória visual ajuda a fixar.

    Conclusão

    Expressões idiomáticas são a diferença entre candidatos medianos e aprovados no Colégio Militar. Portanto, seu filho não pode continuar perdendo pontos por entender tudo ao pé da letra. Enquanto isso, outros decodificam as entrelinhas e garantem a vaga.

    De fato, o tempo não para. Além disso, enquanto você adia, outros pais já estão preparando seus filhos com estratégias que funcionam. Consequentemente, a diferença entre a aprovação e a frustração está na ação que você toma HOJE.

    Dê ao seu filho a preparação que ele merece:

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    Deixe nos comentários: qual expressão idiomática seu filho tem mais dificuldade de entender?