Enem – Substantivo – Conceito e flexões

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O estudo das classes gramaticais será abordado com detalhes ao longo deste site. Neste  artigo, a ênfase será dada ao substantivo. Para o reconhecimento das classes gramaticais é fundamental que se estabeleça a relação entre as palavras; sabe-se, por exemplo, que é um substantivo em função da presença de um artigo. Ou seja, toda análise deve levar em conta o contexto, que pode ser a própria oração. Em “O velho está velho”, o primeiro “velho” é substantivo e o segundo, adjetivo. Não nos esqueçamos de que o vestibular moderno  e, principalmente o Enem, preocupa-se, sobretudo, com o uso das classes gramaticais no texto e os efeitos de sentido decorrentes de seu emprego. O aspecto semântico (semântico: relativo ao significado) deve, por conseguinte, ser privilegiado.

Classe de palavras mais abundante, exerce a função de núcleo dos sintagmas nominais.
Classe de palavras mais abundante, exerce a função de núcleo dos sintagmas nominais.

Índice do artigo:
— Introdução
— Definição de substantivo
— Classificação dos substantivos
— Flexões do substantivo
Flexões de gênero
Flexões de número
Flexões de grau
— Aspectos semânticos do substantivo

Classes Gramaticais

As palavras de uma língua dividem-se em grupos de acordo com suas características. Esses grupos recebem o nome de classes de palavras (ou classes gramaticais). São dez as classes gramaticais do grupo nominal: artigo, adjetivo, substantivo, pronome, numeral.

O substantivo é o núcleo de um grupo nominal; o pronome, o artigo, o adjetivo e o numeral referem-se a ele. O numeral e o pronome também podem substituir o substantivo.

No estudo que propomos aqui também veremos os grupos verbais. O verbo é o núcleo do grupo verbal. O advérbio refere-se a ele e, em alguns casos, a adjetivos e a advérbios.

Falava (verbo) corretamente (advérbio).
Escrevia (verbo)  muito (advérbio) bem (advérbio).

Por último temos o grupo relacional. Dele fazem parte a preposição e a conjunção. As preposições e as conjunções são operadores de encaixe, isto é, ligam palavras ou orações (frases com verbo).

Na minha janela,
pousa a luz da lua.
Batem as cartas na mesa…
Cruzam-se naipes e pontos…

Cecília Meireles, Romanceiro da Inconfidência

Em “Na”, temos a preposição “em” em contração com o artigo “a”. A expressão é indicadora de lugar. Em “da”, temos a preposição “de” em contração com o artigo “a”; a preposição nesse caso indica o possuidor da luz, origem. Na oração “Cruzam-se naipes e pontos”, a conjunção “e” indica uma sobreposição. Os termos destacados, neste caso, ligam palavras.

Temos ainda a interjeição. As interjeições são palavras que expressam reações emocionais, valem por frases inteiras.

– Adeus!
– Cuidado!
– Ai!

O que é o Substantivo?

Doce máquina
Com engrenagem de músculos
Suspiro e rangido
O espaço devora
Seu movimento
(Braços e pernas
sem explosão)
[…]

Amando Freitas Filho

É a classe gramatical que nomeia seres, qualidades, ações ou estados. Comporta propriedades, os adjetivos, e flexiona-se em gênero, número e grau. O substantivo funcionará na oração (frase com verbo) como núcleo de um termo (sujeito, objeto, predicativo etc.), principal palavra de uma sequência nominal (sem verbo). Em “Londres foi atacada pelos terroristas”, por exemplo, “Londres” e “terroristas”, substantivos na morfologia, funcionam sintaticamente como núcleos do sujeito e do agente da passiva, respectivamente. Costuma fazer o plural em “s” (o verbo faz o plural em “m”) e não admite flexão no tempo (o verbo admite). Compare:

A luta é difícil. (art. + subst. + verbo + adjetivo)
As lutas são difíceis. (art. + subst. + verbo + adjetivo)
Ele luta sempre. (pron. + verbo + advérbio)
Eles lutam sempre. (pron. + verbo + advérbio)

O artigo torna qualquer palavra substantivo; no texto a seguir, por exemplo, “ricos” e “pobres” funcionam como substantivos e não como adjetivos:

O artigo substantiva qualquer palavra.
O artigo substantiva qualquer palavra.

Classificação dos substantivos

Quais as classificações do substantivo?
Quais as classificações do substantivo?

Concretos

Possuem existência própria, independente e referem-se a elementos do mundo natural. A fada e o príncipe dos contos maravilhosos são concretos, porque são apresentados sob forma humana. O ar é concreto, pois, a exemplo daqueles, remete a um elemento do mundo natural. São concretos: João (pessoa), Campinas (lugar), saci (entidade), pedra (objeto), tempestade (fenômeno), senado (instituição).

Abstratos

Dependem de algo para existir, a beleza só existe se houver algo ou alguém belo. Designam nomes de qualidades, ações e estados. Trata-se de categorias universais: bondade (qualidade), vingança (ação), vida (estado).
A análise do substantivo, todavia, deve ser feita sempre no contexto, na frase, pois um substantivo concreto pode assumir valor abstrato e vice-versa. Observe as frases a seguir.

O prefeito quer a plantação de batata em todo o município.

abstrato: o ato de plantar

A plantação de batata foi perdidapor causa das chuvas.

concreto: um pedaço de terra com café

O amor é um sentimento nobre.

abstrato: o sentimento

Vem, amor, o arco-íris espera por nós.

concreto: a esposa, a namorada

Em textos literários, sobretudo, utilização de concretos no lugar de abstratos e vice-versa consiste num efeito de sentido, trata-se de uma figura de linguagem denominada metonímia.Veja a frase a seguir:

“O medo passeava pelos céus de Bagdá, as crianças choravam, pressentiam a morte.”

O termo “medo” substitui “aviões”, dando mais elegância ao texto. Ocorre também efeito de sentido quando o enunciador mistura uma sequência de concretos com abstratos, observe o seguinte texto:

“Tocava piano, violoncelo, harpa e a tristeza de ter nascida sem perna.”

O autor surpreende o leitor ao colocar o substantivo abstrato “tristeza”, depois de uma sequência de concretos. A esse processo também chamamos quebra do paralelismo semântico.

Próprios

Indicam um ser da espécie: Bianca, França, Poliedro. Há próprios que podem virar comuns e vice-versa:

“Era um judas, a cidade o condenava.”

Comuns

Indicam um conjunto de seres da mesma espécie: criança, país, montanha. Dependendo do contexto, o comum vira próprio e vice-versa:

“O técnico Leão assume o time do Palmeiras.”

“Leão” é nome próprio, é o ex-goleiro da seleção brasileira.

No texto a seguir, “Iraque”, funciona como substantivo comum, sinónimo de guerra prolongada, mais penosa:

“Para alguns especialistas, a cidade do Rio está se tornando um Iraque latino-americano.”

Em certas situações, o uso dos comuns e próprios pode obedecer a uma estratégia enunciativa; observe os textos a seguir:

Texto A

substantivo-estratégia-argumentativa (1)

Texto B

substantivo-estratégia-argumentativa (2)

No texto A, “pessoas”, substantivo comum, é usado em tom irônico, o enunciador faz referência ao amigo presente, mas não o cita diretamente. No texto B, “Joaquim Novaes Albuquerque Lima”, nome próprio, funciona como argumento para o indivíduo entrar na festa.

Coletivos

São assim chamados por designarem uma coleção de seres ou certas entidades coletivas. Os coletivos classificam-se entre os substantivos comuns: exército, par, cardume etc.

Confira alguns exemplos de substantivo coletivo em nosso painel no Pinterest clicando aqui.

Em algumas situações, os substantivos coletivos podem assumir outros significados, veja as frases a seguir:

O povo, quando não possui cultura, age como rebanho!

O substantivo “rebanho” significa, nessa frase, sem opinião própria, sem poder de decisão: as pessoas e o gado são conduzidos, não possuem vontade própria. A alteração de significado ocorre em virtude do fato de que as palavras, em geral, são polissêmicas, assumem vários sentidos. É o caso também do substantivo coletivo “gente”, notam-se dois empregos muito frequentes:

Em linguagem coloquial, com sentido de nós:

– A gente fala, fala, e ele não escuta!!

Em linguagem culta, coletivo de pessoas:

Havia gente importante no congresso, a polícia federal estava atenta.

Embora considerado coloquial, “gente”com sentido de “nós”é largamente utilizado por pessoas com nível superior em situação de oralidade, além de marcar presença na poesia e na música.

Simples

Substantivos que possuem um só radical: moleque, mula, freira.

Compostos

Substantivos que possuem mais de um radical: girassol (gira+sol), amigo-da-onça.
O composto pode ser resumido por uma só palavra: O pão-duro comia pão duro.

pão-duro = avarento
pão duro = pão endurecido

Observe como a propaganda apresenta o composto:

“De cada 10 pessoas que batem papo na internet, 7,5 estão no bate-papo UOL”

(Veja,p. 125, 12/juL/2000)

Na segunda ocorrência, o termo “bate-papo” equivale a “chat” é um substantivo composto.

Primitivos

Substantivos que dão origem a outras palavras: ferro, livro, tarde.

Derivados

Substantivos que se originam de outras palavras: ferramenta, livraria, entardecer.
A língua é uma fábrica de palavras; com um mesmo radical, pode-se criar uma infinidade de palavras derivadas. Observe o neologismo do escritor:

“O enrustimento é o nosso maior inimigo.”

(Joõo Silvério Trevisan, Veja, p.37, 12/jul./2000)

O termo “enrustimento” é formado por enrustir + mento, sufixo que indica “ação de”.

Quais as flexões do substantivo

O substantivo é uma classe gramatical variável, apresenta flexão de género, número e grau. Por meio da flexão, é possível indicar o masculino, o feminino, o singular, o plural, o aumentativo e o diminutivo: menina, meninas, menininha. A flexão permite ao enunciador expressar-se com mais economia de linguagem (menininho em vez de menino pequeno). Em alguns casos, o singular representa o plural e vice-versa:

O carioca é alegre e samba o ano todo. (carioca = cariocas)
– Pare de falar, Joaquim!

Esses jovens, esses jovens…
(esses jovens = Joaquim)

Quais são os gêneros do substantivo?

Os substantivos estão divididos em dois grupos, masculinos e femininos, segundo a terminação do adjetivo. A regra geral é o uso da desinência o para o masculino e a para o feminino (menino – menina), mas, em alguns casos, isso não ocorre: réu-ré.

Você poderá ver uma tabela com mais algumas flexões de gênero em nosso painel no Pinterest. Clique aqui.

diferenças-de-gênero-no-substantivo

Alguns substantivos possuem duas formas para indicar o gênero (uma para o masculino e outra para o feminino), é o caso de “gatos” e “gatas”, homem/mulher, doutor/doutora (biformes). Contudo há os que possuem uma só forma e um só gênero para indicar os seres do sexo masculino e feminino (uniformes); é o caso de “a pessoa”, “a vítima”, “o jacaré”, “o rival”. São chamados sobrecomuns. Há ainda os que apresentam uma só forma (uniforme) para dois gêneros: o imigrante/a imigrante, o artista/a artista. São classificados como comuns-de-dois gêneros. Eis o feminino de alguns substantivos em que há alteração de semântica na mudança de gênero, compare as orações:

substantivo-diferenças-no-gênero

Na primeira ocorrência, “o caixa” refere-se ao indivíduo responsável pela cobrança e pagamento; na segunda, “a caixa” remete ao lugar em que se guarda o dinheiro da propina. Eis outro exemplo:

exemplo-substantivo-gêneros

Eis alguns substantivos que também apresentam alteração semântica:

o cabeça (líder) – a cabeça (parte do corpo)
o capital (valor) – a capital (cidade)
o grama (unidade de medida) – a grama (tipo de vegetação)
o moral (ânimo, faculdades morais) – a moral (conjunto de regras de conduta).

Por isso, lembre-se:

substantivo-diferenças-o-grama

Tome muito cuidado para não confundir o gênero destes substantivos:

masculinos: o açúcar, o apêndice, o avestruz, o champanha, o diabetes, o dó, o eclipse, o formicida, o guaraná, o saca-rolhas, o suéter, o telefonema.

femininos: a agravante, a alcunha, a alface, a apendicite, a bacanal, a cal, a cólera, a dinamite, a ênfase, a mascote, a sentinela, a xerox.

Quais as flexões de número do substantivo?

O plural no português é dado pela desinência s (com uma variante: es). Veja os casos a seguir:

casa-casas; estupidez-estupidezes; lírio-lírias

Os compostos sem hífen seguem a mesma regra: malmequer – malmequeres

Veja os dez casos a seguir:

casos de número do substantivo

Os diminutivos fazem o plural da seguinte forma:

  • Passe a palavra para o plural: pão – pães.
  • Tire o “s” e acrescente “zinhos” ou “zitos”: pães – pãezinhos.

Assim temos: balõezinhos, animaizinhos. Quanto aos substantivos invariáveis (não altera a forma do substantivo), destacam-se os terminados em “x” (os box, os tórax, os clímax).

O substantivo pode sofrer alteração semântica (de significado) na mudança de número. Leia os exemplos a seguir:

substantivo-exemplos-de-uso

Veja outros casos:

substantivo-casos-de-mudança-semântica

Da mesma forma que pode haver alteração semântica, também pode ocorrer alteração fonética (metafonia), o timbre da vogal tônica passa de fechado (ô) para aberto (ó).
Assim teremos no plural: coros (= có), corvos (= có), despojos (= pó), fogos (= fó). Outros substantivos, porém, não sofrem alteração: almoços (= mo), bolos (= bô), bodas (= bô), esgotos (= gô).

Quanto aos compostos com hífen, eis as regras:

Variam os dois elementos:
a)  substantivo + substantivo: couves-flores.
b)  substantivo + adjetivo: amores-perfeitos.
c)  adjetivo + substantivo: públicas-formas.
d)  numeral + substantivo: segundas-feiras.

Varia o segundo elemento:
a) [palavra invariável (advérbios, prefixos) ou verbo] + [substantivo ou adjetivo]: bem-amados, beija-flores, guarda-roupas.
b)  onomatopéia: bem-te-vis, tique-taques.
c)  adjetivo + adjetivo: os latino-americanos.
d)  palavras repetidas (homônimas ou parônimas): pingue-pongues, reco-recos, quero-queras.
e)  [grã ou grão] + substantivo: grão-duques.

Quando os verbos possuírem sentido oposto, o composto torna-se invariável:  os entre-e-sai; os vai-e-volta.

Varia o primeiro elemento:
a)  substantivo + preposição + substantivo: pés-de-moleque, dores-de-cotovelo.
b)  quando o segundo elemento delimita o significado do primeiro:
bananas-maçã, saias-balão, salários-família.

Casos especiais:
os arco-íris, os louva-a-deus, os padre-nossos, as ave-marias, os mapas-múndi.

Veja uma tabela com os plurais de alguns substantivos simples clicando aqui.

Alguns substantivos só podem ser usados no plural: as algemas, os Alpes, os Andes, as fezes, os óculos, os parabéns, os pêsames, as reticências.

Há, ainda, os que podem ser usados no singular e no plural, conservando a mesma forma: o/os conta-giros, o/os paraquedas, o/os para-raios, o/os porta-aviões, o/ os porta-luvas, o/os porta-malas, o/os toca-fitas.

Há palavras que, postas no plural, mudam seu significado: a ânsia (a aflição), as ânsias (as náuseas), o bem (benefício), os bens (as propriedades), a costa (beira-mar), as costas (o dorso), a féria (renda diária), as férias (o descanso), a vontade (o desejo), as vontades (os caprichos).

Quais as flexões de grau do substantivo?

O aumentativo e o diminutivo apresentam-se analiticamente (com um adjetivo) ou sinteticamente (com um sufixo):

casa grande    I     casarão
analítica           sintética

saia pequena    I      saiote
analítica             sintética

Os diminutivos, quando terminados em -zinho ou -zito, fazem plural a partir da palavra inicial, com acréscimo posterior do sufixo:

fogão (inicial): fogões (plural): fogõezinhos. limão (inicial): limões (plural): limõezinhos. anel (inicial): anéis (plural): aneizinhos. chapéu (inicial): chapéus (plural): chapeuzinhos, coronel (inicial): coronéis (plural): coroneizinhos.

Observe, ainda, que em aneizinhos e chapeuzinhos o acento do ditongo aberto não mais existe. Há deslocamento da sílaba tônica e as palavras, com o acréscimo do sufixo, passam a ser paroxítonas. Como paroxítona terminada em “o” não recebe acento, é impossível acentuá-las.

O emprego do grau do substantivo pode ser denotativo (literal) ou conotativo (assumir valor ofensivo, afetivo ou ser empregado como espécie de eufemismo). Observe os exemplos a seguir:

substantivo-casos-de-grau

Valor: conotativo (eufemismo)
Sujeitinho chato o Jonas!

Valor conotativo: ofensivo
— É um babão, isso mesmo, babão. Não acha?

Valor conotativo: ofensivo
— Meu paizinho dizia: “o que arde cura, o que aperta segura.”

Valor conotativo: afetivo
A varandinha, no fundo, era misteriosa.

Valor denotativo: pequenez
O grau do substantivo é obtido por meio de sufixos aumentativos e diminutivos. Eis alguns deles:

exemplos-substantivo-aumentativo

Aspectos semânticos do substantivo

A direção argumentativa

A escolha das palavras obedece a uma intencionalidade; ao utilizar x e não y, o falante dá uma direção argumentativa ao texto. Compare:

a) O carrasco chegou.
b) O professor chegou.
c) O mestre chegou.

Nos exemplos anteriores, o substantivo estabelece uma avaliação do enunciador. Em a, o docente é sancionado negativamente; em b, há neutralidade; em c, o docente é sancionado positivamente.

A seleção lexical

Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia,
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.

(Cesário Verde, O sentimento de um Ocidental)

O enunciador manifesta a opressão da cidade por meio de uma seleção de substantivos disfóricos: anoitecer, soturnidade, melancolia, bulício, sombras. Essa disforia cria efeitos de sentido, dá à cidade um clima psicológico que angustia o poeta, fazendo-o sofrer.

Cruzamento de vocabulário

“E preciso fazer uma cirurgia no governo, retirar o câncer da corrupção.”
“O time do Santos era uma orquestra; Pele, o seu maestro.”

As frases citadas apresentam cruzamento de dois campos semânticos; no primeiro caso, utiliza-se o léxico médico em assunto político; no segundo caso, emprega-se o léxico da música em matéria esportiva. Trata-se, na realidade, de um processo metafórico e, portanto, criador de efeito de sentido.

E agora? Vamos aos exercícios sobre substantivo? Acesse nosso post com os exercícios de substantivo com gabarito agora e veja se entendeu bem o assunto.

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